2006-03-31

NAZI CANADIANS FUCK OFF
Já não bastava serem assassinos de focas, agora são também xenófobos, a legalização de pessoas que trabalham e pagam impostos á anos ao estado canadiano não era uma prioridade mas, a expulsão dos mesmos já foi uma prioridade.
O nosso MNE uma vez mais envergonhou Portugal com uma posição de subserviência ao governo do canada, em vez de pressionar e endurecer a sua posição, veio dizer que aceitava e compreendia, porque tinha que ser etc...
Com um MNE destes para nos defender, quem precisa de inimigos?
Manifestações justas e necessárias (Só eu sei porque não fico em casa)

A CGTP-IN anunciou a realização, dia 1 de Abril, de manifestações em Lisboa e no Porto, em defesa do direito à contratação colectiva, de emprego com direitos, de melhores salários, de outra política na Segurança Social, na Saúde e na Administração Pública e funções sociais do Estado. Também assinala assim a central os 30 anos da Constituição de Abril.Em Lisboa, a concentração está marcada para a Praça do Chile, às 15 horas, seguindo a manifestação para o Rossio.No Porto, à mesma hora, os trabalhadores concentram-se na Praça da Batalha, desfilando depois até à Praça D. João I. fonte- jornal avante (última edição).

-O Ricardo tem um imaginário estranho. Muitas pessoas devem olhar para estes desenhos e achar que é “maluco”.
-Pois devem achar. Uma coisa na arte do séc. XX que ainda faz confusão a muita gente e que é no fundo libertadora, foi o facto de, ao apropriar-se das práticas artísticas não-ocidentais, das construções dos doentes mentais e do inconsciente, do lúdico das crianças, etc..., a arte pode expandir a sua linguagem e a nossa relação com o mundo.
-Diria que descobrimos a arbitrariedade da ordem que impomos à nossa realidade. Essa partilha profunda do outro, que vemos nos trabalhos desses artistas e também nos do Ricardo, parece uma ida não à fonte da vida mas à fonte do estranho. E como estranhas são hoje as fontes...
-E não é a vida também estranha? O menino que foge de casa para não ser agredido (um caso de há três semanas atrás) leva a sua cara na trouxa. Que dirá ele da vida? Não seremos cada um de nós uma sala-de-estar desse confronto de realidades estranhas?
-O outro que eu falava, era como um lugar de associações no pensamento entre o quotidiano e aquilo que achamos que somos. Também já fazia parte de nós... concordo contigo. Ao olhar para estes trabalhos, parece-me uma coisa: existem bichos que em momentos de apuros, fingem que estão mortos; o Ricardo parece fingir que está vivo.
-Curioso. Li há pouco tempo que somos muito daquilo que as representações fazem de nós (cinema, televisão, os mass media em geral, a moda...). O problema está em que as representações, que teriam o simples propósito de mediar a nossa experiência, neste momento estão antes da nossa relação com a realidade. São elas que nos ditam o que somos, o que desejamos, quem são os outros e o que é a realidade. Coisas mortas, sem vida... fazendo a verdade.
-Eu acho que o Ricardo sabe disso. Parece que se interessa sobre a verdade... crua, contraditória e agressora do seu quotidiano. A frontalidade e a sinceridade com que se expõe, porque sei que são representações de percursos auto-biográficos, impede-o de fingir que representa a verdade (como o Pessoa). A questão está aqui: ninguém finge que está vivo, a não ser que se considere morto. Então, ele precisa de fingir duas vezes ao mesmo tempo, para falar na língua comum dos mortos e dos vivos: daquilo que sente e percepciona, da ficção e da verdade.
-Dá-me tempo e voltemos amanhã porque o que dizes faz sentido.

2006-03-30

O melhor amigo do homem

Vi ontem uma noticia que sinceramente me deu vómitos e uma grande revolta.
Um certo dejecto em forma de gente, que eu me recuso a escrever ou pronunciar seu nome para não correr o risco de me dar uma qualquer diarreia, que é presidente da CM de Santa Cruz na ilha Graciosa decidiu mandar abater os cães vadios a tiro, e o mais espantoso é que essa tarefa vai ser executada pela P.S.P. algo que, eu considero vergonhoso para essa instituição.
O mais degradante e revoltante foram as declarações desse tal dejecto em forma de gente ( não sei como é que o jornalista aguentou o cheiro durante a entrevista ).
Esse dejecto disse que: os cães que iam ser abatidos eram animais errantes que ninguém os queria. Eu pensei logo para mim mesmo que eu também não quero aquele dejecto para nada, também o considero um monstro errante e como tal senti-me de pronto no direito de o abater a tiro, até estou a pensar sériamente em fazer uma campanha na internet a favor do abate do dejecto, digam-me depois se gostavam de dar uns tirinhos.
isto leva-me a duas questões, primeira: ainda que a lei permita o abate de cães vadios, é admissivel que se permita o abate de uma forma tão desumana? ( depois os animais são os cães, pois sim já me tinham dito )
segunda: Que legitimidade moral tem um estado para abater animais só porque não têm dono?
Não têm direito á vida? não podem existir? quem é que decide esse direito? o estado pode fazer o papel de Deus? Afinal eram mais que duas questões mas, como ninguém é obrigado a responder não tem problema.
Se alguém se atrever a falar em perigo de saúde pública como argumento para abater cães vadios, eu digo já aqui e está comprovado que: O maior perigo para a saúde pública são os toxicodependentes por vários motivos que eu poderei explicar num outro post se quiserem, assim sendo depois de abatermos os cães eu proponho abatermos os toxicodependentes, e uma vez mais o dejecto lá dos Açores que também é um atentado á saúde pública, eu fiquei logo mal disposto, o dejecto é muito virulento, já para não falar de outros atentados á saúde pública mas, isso fica para uma outra história.
O Miguel Patrício é um amigo de longa data que desde cedo nos habituou às suas canções. Depois de um álbum gravado que aguarda edição, volta aos palcos no Barreiro.

Desta vez apresenta novamente um monólogo escrito e interpretado por si. ''Importa-se de me Chamar um Táxi?'' fala da vida como ela é, dos pequenos prazeres e dos desencantos que nos condimentam o quotidiano.

É no Auditório Municipal Augusto Cabrita, hoje, 30 de Março, às 22 horas.

2006-03-29

O artigo de Pedro Braz Teixeira (para mim um ilustre desconhecido) sobre o papel do Estado, na minha opinião coloca a questão no ponto central. É que boa parte da opinião publicada, e não tenho dúvidas que conscientemente, faz por esquecer-se da economia paralela e das dívidas ao Estado e omite a Constituição da República Portuguesa, que como o Nuno relembra no Rostos On-line, “apontava os caminhos para um Portugal mais solidário, mais justo e mais fraterno”.

Não ignorando eu as ineficiências dos serviços públicos, e sabendo nós que muitos destes opinadores passaram por vários Governos, interrogo-me se não será isto uma farsa, já há muito combinada, e se nós como principais actores, não estaremos a ser empurrados para a plateia. Devagarinho, com alguma subtileza, mas cada vez com mais força.

Passeio, colóquio e convívio
Descobrindo a História nas margens do Tejo
Da Pré-História ao século 20

No dia 2 de Abril, Domingo, partiremos do Parque das Canoas (Gaio) pelas 10:00h e fazendo um percurso a pé vamos conhecer a investigação que se está a fazer sobre a construção naval no Estaleiro do Gaio, passando depois às descobertas arqueológicas do Neolítico, avistando a Ponta da Passadeira a partir do miradouro do Rosário, sabendo como funcionavam os fornos da cal, as salinas, os viveiros, as portas de água e moínhos de maré, desfiando séculos, desde a pré-história até ao século passado. Na volta faremos uma paragem no Rosário, para o café da manhã e ao chegar ao Gaio seguiremos nas viaturas rumo a Sarilhos Pequenos.

Aí na Associação Naval de Sarilhos o Presidente, Mário Pinto - que também é um amigo da história local - abordará o que a colectividade tem procurado fazer em prol da promoção e salvaguarda do património náutico. Seguidamente o António Gonzalez vai apresentar algumas imagens dos locais que tem investigado ao longo dos anos, para que possamos melhor interpretar a história local na sua relação com o Tejo. O Tiago, que regressou há pouco tempo de um campo arqueológico no sul de Marrocos vai-nos também contar como foi essa experiência.

Depois segue-se o almoço, para o que sugiro que os interssados tragam uma merenda, Será um momento de convívio onde se poderá falar de recriações históricas, história local, ou de tudo o que mais nos aprouver!

Se o tempo não ajudar ao passeio, mantém-se o ponto de encontro no Gaio pelas 10:00h, mas seguiremos para o colóquio e o almoço-convívio.


Melhores saudações,

Paula Silva


Amigos da História Local
Moita - Portugal
amigoshistoria@gmail.com

2006-03-28

Em França trabalhadores e estudantes fazem a maior manifestação nos últimos 20 anos. Lutam para travar acções contra o direito ao emprego com direitos. Em França as batalhas travam-se na rua mostrando ao governo que não pode governar a seu belo prazer, mas sim para o povo. Em França sabe-se dizer não e basta. Gostava que em Portugal também se passasse o mesmo.
O amigo Av1 escreveu isto no seu blogue, o Ricardo Rocha telefonou-me e pediu-me para lhe mostrar o seu sorriso por ele estar enganado-
"... É que de passagem por uma estação de serviço li numa 1ª página de um jornal desportivo e ouvi algo parecido na TSF.O Ricardo Rocha vai marcar hoje à noite o Ronaldinho ?Mas isso é o mesmo que colocar o Dumbo a marcar o Bambi !!!A menos que tenham dado ao RR um cocktail vitamínico com Xanax para o tornar mais veloz mas mais calminho nas entradas, ao intervalo ou ele já foi expulso ou o Benfica já está semi-eliminado.Acho eu, claro." Av1 in Alhos Vedros ao Poder

(Riso trocista de Ricardo Rocha sobre as declarações de Av1)



Prognósticos

Sou benfiquista e com convicção vou dar o meu prognóstico para o jogo de hoje- BENFICA 2:0 barcelona. Não interessa quem marca mas sim quem ganha.
A propósito do Dia dos Municípios com Centro Histórico que hoje se comemora, encontrei no Barreiro na Web um artigo sobre "O que é que os Barreirenses vão deixar às futuras gerações"

2006-03-27

Falta de Civismo parte 1 de 1000

Conduzia eu o meu carrão (Ford Fiesta de 1997, mas 16 válvulas) quando um "dono da estrada" ao volante do Mercedes slk ultrapassa-me pisando um traço contínuo e quase embantendo noutro carro. O senhor teve de parar o veículo e eu perguntei-lhe porque conduzia daquela forma, ao que ele gestículou algo como pira-te daqui. São estes os senhores que fazem com que a liberdade de alguns seja imposta por uma minoria.
O Festival Internacional de Teatro «Vinte e Sete» parece-me um bom exemplo do que pode ser uma parceria intermunicipal.
Só ontem me chegou às mãos o Jornal da Moita onde o Titta Maurício volta à carga com nova dose da confusão habitual.

Não percebo que tipo de democracia o articulista defende se critica os dois únicos concelhos da área metropolitana de Lisboa nos quais o Cavaco não ganhou. E ainda relata aquela piada dos recrutas a marchar em sentido contrário, como se uma eleição fosse uma parada militar. Isso era dantes, no tempo daquele passado do qual eu felizmente não me recordo, mas que pela discrição o meu caro ainda se lembra bem e recomenda.
Tenho um amigo que em certas ocasiões, como a que se está a viver neste blog, afirma que “ à vontade não é à vontadinha”. Quero com estas palavras dizer que se pode falar de tudo, mas não se pode falar de qualquer maneira. Quem souber respeitar estas linhas poderá falar de tudo, quem não souber fica já avisado de que, com alguma probabilidade, os seus comentários serão apagados.

É que neste blog há liberdade, e liberdade não é sinónimo de selva.

2006-03-25


Saiba quem foram os seus antepassados!

A National Geographic a IBM e a Waitt Family Foundation, lançaram um projecto ambicioso. Saberem como os humanos se deslocaram no planeta ao longo da história (donde viemos). Através de provas de ADN recohlidas por vários analistas nas populações índigenas e com a contribuição de quem queira saber mais sobre os seus antepassados, criou-se o "Genographic Project" que ao longo de cinco anos vai fazer um mapa das deslocações populacionais através da história da humanidade. Esse projecto é liderado pelo Dr. Spencer Wells Atropologista Geneticista que coordena uma equipa de analistas espalhadas pelo globo. Qualquer pessoa também pode participar apenas com uma prova de saliva. O custo para saber e fazer parte da história é de €105. Todos os dados em: https://www3.nationalgeographic.com/genographic/index.html
Democracia e Participação

Será justo um partido só ter actividade significativa a 6 meses das eleições autárquicas no nosso concelho e depois prometerem mundos e fundos e afirmarem-se como força da mudança?

Digam-me vocês.

2006-03-22

Coisas boas e coisas más

Comecemos pelas más. Na Madeira não se comemora o 25 de Abril mas comemora-se o carnaval, talvez porque o P.S.D. Madeira pense que a verdadeira revolução é o Carnaval e Abril é Evolução. Porque é que o P.S.D. Madeira não comemora a data de nascimento de Oliveira Salazar? O 25 de Abril é só a data mais importante do passado recente, é graças ao 25 de Abril que eu posso escrever estas linhas e vocês podem comentar. Por vezes não lhe damos o devido valor, mas é sem dúvida alguma o DIA DA LIBERDADE E DAS CONQUISTAS. VIVA O 25 de ABRIL e quem o fez.

Agoras as coisas boas. Mais um blog que me parece bastante credível e feliz nos temas que aborda o metamorfose-hl.blogspot.com. Para o blog as maiores felicidades.



P.S.- O 25 de Abril não é um dia, é a materialização de um sonho de muitos portugueses. O 25 de Abril foi uma realidade conseguida à custa de sangue e dor e não um dia qualquer sem sentido. O P.S.D. Madeira deveria ter vergonha de faltar ao respeito a milhares de portugueses ou então mudavam o nome, porque de sociais democratas têm só as letras.