2006-06-25

Resposta ao desafio lançado por AV1, AV2, Brocas, Oliude

No banheirense eu, Nuno Miguel Fialho Cavaco, escrevo sobre o que entender e quando entender, e não indico quais os post que devem entrar ou não nos outros blogs, por isso não admito a estes quatro senhores que me indiquem sobre o que devo ou não escrever. Estes senhores, colocaram seis pontos sobre situações que consideram prioritárias no concelho num comentário a um post que eu fiz. No texto, surgem frases como estas "... é lamentável que o Nuno Cavaco, no "Banheirense",não se pronuncie, neste momento sobre isso e poste estes artigos, concerteza bastante importantes, mas irrelevantes perante a gravidade a que esta gestão ruinosa do concelho da Moita, por parte do seu partido, que durante estes 33 anos de poder, se dedicou a fazer obras de fachada de que é exemplo a marginal empedrada da Moita, que foram feitas para ganhar votos, descurando o restauro de edifícios em risco...", que são opiniões legitimas dos senhores mas, como devem entender, opiniões são opiniões e devem ser fundamentadas. Os Senhores fundamentam-nas com o desenvolvimento do comentário, introduzindo assim as seis situações consideradas por eles prioritárias. A algumas das situações, ou aspectos como lhe chamaram, eu estaria preparado para dar informação e resposta, a outras não, mas entendo que não o devo fazer no blog, até porque no seguimento do texto, os senhores escrevem "Por todos estes motivos e porque representamos a verdadeira oposição política, o que temos a dizer ao poder que contínuamente e sistemáticamente durante 33 anos, tem vindo a desqualificar a nossa qualidade de vida e ainda se atreve a ter como lema, "Bem estar, à beira Tejo", é : Obviamente, Demitam-se !AV1, AV2, Brocas, Oliude" e, pelo que entendo, escrevo que esta minha posição é única e exclusivamente minha, quem deve prestar os esclarecimentos são os eleitos da Câmara Municipal da Moita e para isso existem Reuniões Públicas e vários tipos de atendimento, no entanto, estou na disposição de os esclarecer sobre as matérias que tenho conhecimento, mediante a marcação de um encontro, consoante a minha disponibilidade, em lugar e hora indicada por vós. Tentei fazer o post sem responder ao que considero serem provocações, como esta "Esta resposta é só para o João Figueiredo, porque acho que é a única pessoa deste Blog que a merece."- av, eu ao contrário deste senhor, considero que as questões colocadas numa base civilizada devem ter resposta e é o que assumo quando escrevo este texto, mas, as pessoas devem colocar as questões com educação e respeito e devem saber ouvir, no caso da blogosfera ler, para que o diálogo não se transforme num monólogo. É o meu dever de "eleito", pena é que outros "eleitos" não o façam também, não assumindo as suas responsabilidades.
Os melhores cumprimentos a todos os que lerem este post.

P.S.- Se estes quatro senhores não forem a nenhum atendimento, reunião pública e nem marcarem a conversa comigo, entendo que não querem ser esclarecidos, nem sequer querem participar no processo democrático normal, como até hoje considero que são pessoas preocupados, penso que vão procurar melhorar o que consideram "...esta gestão ruinosa do concelho da Moita...".

Um amigo meu, banheirense, começou recentemente a trabalhar em Paço d’Arcos. Adepto da bicicleta há muitos anos, logo pensou que a poderia integrar no seu percurso diário, reduzindo as despesas e o tempo despendido.

Da Baixa da Banheira ao terminal fluvial do Barreiro, do Terreiro do Paço ao Cais do Sodré e, finalmente, da Estação de Paço d’Arcos ao seu emprego, os trajectos de bicicleta seriam relativamente curtos, mas com bastante trânsito, risco que aceitou correr.

Na Soflusa apareceu o primeiro revés: 2,5 € para transportar a bicicleta. Ainda entrou em contacto com o Dep. Comercial, para saber se existe algum tipo de bilhete especial, ou um passe, que fizesse baixar os custos. Não sei se já tem a resposta. O corte definitivo veio na Linha de Cascais: não é permitido transportar bicicletas nas horas de ponta.

Esta é mais uma prova de que a gestão dos transportes tem que ser coordenada ao nível de uma área metropolitana. Não servirá de nada se as autarquias investirem em ciclovias, e aqui, tal como nos corredores BUS, ainda há muito para fazer, se não existir uma articulação com os sistemas de transportes metropolitanos.

Lisboa, devido ao seu relevo, não é uma cidade que se adeque a uma utilização intensiva da bicicleta, como existe em outras capitais européias, como Amsterdão, Copenhaga, ou mesmo Paris, mas em determinados trajectos junto à linha do rio, por sinal, já bastante congestionados pelo tráfego automóvel, esta poderia ser uma opção viável.

No nosso Concelho, estou certo de que um dia a bicicleta voltará a ser um meio de transporte de massas, como já o foi em tempos.

2006-06-24

O remodelado campo municipal do Vale da Amoreira foi hoje inaugurado. É, neste momento, o único relvado de futebol existente na Baixa da Banheira, enquanto se espera que o Parque Desportivo do União Desportivo e Cultural Banheirense receba o apoio prometido pelo Governo.

Foi recuperado pela Câmara Municipal da Moita, englobado na Operação de Revitalização Urbana da Vila da Baixa da Banheira, custou mais de 600 000 euros, e abarcou a instalação de um relvado sintético, vedação e a iluminação. Numa primeira fase já tinham sido construídas as instalações de apoio.

Eu, e provavelmente alguns de vós, utilizámos aquele campo nas aulas de Educação Física, da Escola Secundária da Baixa da Banheira. Lembro-me de carregarmos as balizas e as bolas, para podermos jogar futebol 11, com um frio tremendo nas manhãs de inverno, num campo em que chutar a bola para fora significava muitas vezes ir buscá-la à vala.

Entretanto, o pavilhão desportivo para a escola, da responsabilidade do Ministério da Educação, e que há mais de 20 anos que é falado, continua por fazer.

2006-06-23










Reconstituição paleogeográfica da parte terminal da Bacia do Baixo Tejo há cerca de 14 milhões de anos


Para quem gosta de certezas, e para quem acredita que as certezas são temporárias. Em cima, na imagem observamos uma realidade, uma certeza à cerca de 14 milhões de anos, hoje as coisas são diferentes, muito diferentes. A Geologia mostra-nos que o chão que pisamos nem sempre foi assim. Onde existia água, hoje existe rocha, mas rocha que guardou as memórias desse tempo aquático. A Geologia escreve as memórias da nossa casa, a terra, no livro da ciência. Por isso, acreditem, as certezas são momentâneas.










Actualidade


Há 14 milhões de anos da parte emersa que conhecemos hoje, só a Arrábida e Sintra se mostravam. A paisagem era muito diferente. Daí para cá temos registo na natureza de muitos episódios. Por exemplo, a Arriba Fóssil da Costa da Caparica mostra-nos que foi o mar que a produziu. Foi ele que fez o degrau que distingue bem o topo da base desta vertente ou encosta.
No nosso concelho aconteceram vários episódios tectónicos que levantaram o "fundo do mar", e depois os rios encarregaram-se de trazer os materiais que hoje são o nosso chão, as areias.
A Lagoa de Albufeira, regista na paisagem episódios de acumulação de areia trazida por parte dos rios e areia transportada por ventos dominantes do quadrante oeste (lado do mar) numa altura em que o nível do mar era bastante mais baixo.
Poderia continuar mas, o que quero dizer com isto é o que alguém já disse melhor que eu, tudo muda até a verdade, a verdade é o momento.

Imagens retiradas de http://www.dct.fct.unl.pt/CEGUNLP/Cienciaviva.html

2006-06-21

A construção do apeadeiro foi um marco na história da Baixa da Banheira.

Adjudicada a 1ª fase a 24 de Junho de 1971, o apeadeiro viria a ser inaugurado na abertura das festas em honra a S. José Operário, a 8 de Julho de 1972, com a paragem do 1º comboio às 18h 37m, com destino a Setúbal.

Na data da abertura, com as obras ainda não concluídas, os acessos eram feitos a Sul pelo mercado, e a Norte por uma abertura provisória na vedação da linha com a Alameda do Povo, onde se situava a bilheteira provisória. O túnel só ficou concluído em 1973, data em que os acessos provisórios fora encerrados.

Como curiosidade fica o facto que, 30 anos depois, os dois acessos provisórios voltaram a ser abertos, provavelmente com o mesmo carácter temporário.
Ao deslocar para as autarquias 5% da receita do IRS que é cobrada no seu território, com a possibilidade dos municípios “oferecerem” um desconto até 3% à sua população, o governo cria uma almofada protectora à sua política fiscal, já aproveitada pelo Ministro António Costa.

Este modelo lembra-me uma a lei de financiamento do Ensino Superior, no qual o Governo apenas decide o valor da propina máxima, ficando as Faculdades com a fava, isto é, decidir o valor das propinas a pagar pelos alunos. Como financiamento é normalmente reduzido, a tendência é a aproximação ao valor máximo. Mas daí o governo já lavou as mãos…

A criação de um Fundo Social Municipal, com verbas a aplicar na transferência de mais competências na educação, na saúde e acção social é outra matéria em que as contas tem que ser muito bem discutidas, porque se o acréscimo de competências é bem vindo, o seu sub-financiamento pode ser uma rosa com mais espinhos do que pétalas.

Do que é apresentado, esta Lei tem ainda algumas ideias interessantes, como a valorização dos municípios com boas práticas ambientais, isto é, em cujos territórios existam áreas protegidas ou incluídas na rede Natura 2000. Uma medida da mais elementar justiça, mas que necessita do devido apoio financiamento, isto se a sua intenção for para ser levada a sério.

Um dos desequilíbrios que se aponta ao actual regime de financiamento local é a excessiva dependência que cria do licenciamento. Não se vislumbrando uma alteração fundamental nesta tendência, diria que se está a perder mais uma grande oportunidade.


2006-06-19














Um homem de sabedoria

Licenciado em Geografia e História em 1932, Orlando Ribeiro doutorou-se em Geografia pela Universidade de Lisboa em 1935, com a tese A Arrábida, esboço geográfico. Em 1937 segue para Paris como Leitor de Português na Sorbonne, onde viria a alargar horizontes com mestres como Marc Bloch, E. de Martonne e A. Demangeon. De regresso a Portugal em 1940, foi sucessivamente nomeado Professor em Coimbra e em Lisboa onde, em 1943, fundou o Centro de Estudos Geográficos. Da sua intensa actividade se destaca, desde 1945, uma das suas obras de síntese mais conhecidas, Portugal, o Mediterrâneo e o Atlântico, e a criação, em 1966, da revista Finisterra, ainda hoje um dos veículos editoriais mais importantes para a geografia portuguesa, a nível nacional e internacional.
A colaboração científica internacional foi, com efeito, outro aspecto marcante da actividade de Orlando Ribeiro. Em 1949 organizou em Lisboa o que seria, no pós-guerra, o primeiro Congresso da União Geográfica Internacional, organização para que viria a ser nomeado Vice-Presidente em 1952. Ao longo da vida praticou, e estimulou nos seus alunos, o intercâmbio com geógrafos estrangeiros através de estágios e de viagens de investigação a que dedicou grande parte do seu tempo.
São talvez as viagens, e os trabalhos delas resultantes, o melhor testemunho da sua actividade como geógrafo. Mas são também elas, por excelência, os elos que nos revelam as suas preocupações sociais com os territórios e povos estudados, e nos transportam à sua sensibilidade como fotógrafo, ao “fundo mágico da sua personalidade”, à qualidade literária da sua prosa. Viajante incansável, sobretudo em Portugal e Espanha na década de 40, e pelo Mundo fora entre 1950-1965, com destaque para o ultramar português, Orlando Ribeiro oferece-nos leituras de muitos lugares do Mundo em que a observação científica não se desliga da natureza como um todo, dos costumes, da arte e, sobretudo, do elemento humano.
Cidadão interveniente e profícuo prosador sobre muitos outros temas como a ciência, o ensino e a universidade, as reformas educativas ou os problemas coloniais, Orlando Ribeiro usou sempre de uma frontalidade que, se não diminuía o respeito científico que lhe era reconhecido, também nunca facilitou as suas relações com os órgãos de decisão, desde o Estado Novo ao período pós 25 de Abril. Por muito tempo teve, como resposta às suas opiniões, um invariável silêncio. Contrastando com o precoce reconhecimento a nível internacional, a difusão da sua obra e as honras oficiais, no seu próprio país, surgiram muito tardiamente.
É ainda pela própria pena de Orlando Ribeiro que podemos hoje rever toda uma época e experiência de vida através da sua rica prosa memorialística, recolhida e dada à estampa em Orlando Ribeiro: Memórias de um Geógrafo, em 2003. Mas, sobre Orlando Ribeiro e a sua obra, existem também muitos outros testemunhos publicados desde os anos 70.

Fonte: http://www.orlando-ribeiro.info/home.htm
"Se Berlusconi é o expoente da política transformada num permanente espectáculo e num instrumento de gestão delinquente do poder, Chirac é um paradigma de uma parte de tudo isso, mas sobretudo do imobilismo decadente, da transformação da política numa actividade secreta, feita de conspirações palacianas e arranjos de conveniência para manter o poder, sempre e só para isso."

Eduardo Dâmaso, no DN

2006-06-18



As palavras que te envio são interditas

As palavras que te envio são interditas
até, meu amor, pelo halo das searas;
se alguma regressasse, nem já reconhecia
o teu nome nas suas curvas claras.
Dói-me esta água, este ar que se respira,
dói-me esta solidão de pedra escura,
estas mãos nocturnas onde aperto
os meus dias quebrados na cintura.
E a noite cresce apaixonadamente.
Nas suas margens nuas, desoladas,
cada homem tem apenas para dar
um horizonte de cidades bombardeadas.

Eugénio de Andrade
O grande poeta, "o poeta da luminosidade", como alguém já lhe chamou. Não só pela poesia, mas também pela luta anti-fascista que travou e por toda a sua militância, merece um espaço nos nossos corações.
Descobri agora que o Troll Urbano conta com a participação do António Chora, banheirense, e deputado na Assembleia da República pelo Bloco de Esquerda.
Bem diz o povo que "é de pequenino que se torce o pepino"...

2006-06-17

Foi a 17 de Junho de 1984 que Luis Rodrigues, Kira, Rodrigo Freitas, Rosário Silva, Rogério Ribeiro e Luis Coelho (segundo creio, o único banheirense), se juntaram para criar um dos monumentos mais marcantes da nossa terra: o mural alusivo à elevação da Baixa da Banheira a Vila, aprovada a 16 de Maio desse mesmo ano.

Passados 22 anos após a inauguração, e 10 após o último restauro, o mural situado na Alameda do Povo necessita de nova intervenção, dado que são já bem visíveis os efeitos do tempo, não só no mural em si, como também na iluminação que o serve.

Nota: texto retirado de documento original da PIDE


O grande guitarrista, o senhor da guitarra portuguesa também foi anti-fascista

Carlos Paredes foi preso pela PIDE a 26 de Setembro de 1958, e por causa da sua ligação ao Partido Comunista esteve detido no Aljube e na prisão de Caxias. Só saíu em liberdade no dia 21 de Dezembro de 1959. Durante esse tempo continuou a fazer música que imaginava, numa guitarra que mais ninguém via (imaginária- que força de pensamento). Em 1960 foi expulso da função pública. A reintegração no Hospital de São José só aconteceu depois de 25 de Abril de 1974.

Rejeitou sempre a possibilidade de se consagrar músico profissional e de abandonar o emprego, por acreditar na dificuldade de se viver da música em Portugal. É da sua autoria a frase «Amo demasiado a música para viver dela». Somente em 1990 viu ser-lhe atribuído um subsídio de mérito pelo então Secretário de Estado da Cultura Santana Lopes (ainda fez umas coisitas decentes), para dois anos mais tarde ser condecorado com a Ordem Militar de Santiago pelo Presidente da República Mário Soares. Em finais de 93, foi-lhe diagnosticado mielopatia que o impossibilitou de voltar a tocar. Morreu a 23 de Julho de 2004.

Morreu mas nunca será esquecido.

Fonte: http://estudossobrecomunismo.weblog.com.pt

2006-06-16

Opiniões

Cada um tem a sua, eu tenho a minha.
O Av1 veio matar saudades ao banheirense, aliás todos os dias tem cá passado e mostra a sua múltipla identidade, ora assina eu, ora eugénio, ora eu .... É sempre bem vindo, ele e qualquer um. Agradecia era que viesse para participar e não para acusar este ou aquele e o outro, aquele, o tal. Ah, e já agora escolha um nick, apenas um, porque se utilizar muitos nós não percebemos quem você é. Somos limitados, mas esforçados. Venha sempre e traga as suas ideias que nem são más de todo, mas deixe ficar as acusações de férias.

P.S.- peço desculpa a todas as pessoas que vêm ao banheirense por bem, para partilhar o espaço e deixar a sua ideia pelo "clima" que aqui se instalou e lamento os ataques nos vossos blogs.
Uma das pequenas coisas que melhorou a nossa paisagem urbana foram os placares para os cartazes dos diversos partidos. Acabou-se assim com o hábito de colar cartazes em qualquer parede livre, ou não (lembram-se como era o túnel do apeadeiro?), ou numa qualquer superfície nem sempre plana, muitas vezes completamente inapropriada. Esta é a regra, ainda que nem sempre respeitada.

Apesar disto, a falta de espaços similares para a divulgação de eventos não organizados pelas autarquias, que possuem espaços próprios para a divulgação das suas acções, leva a que continuemos a encontrar cartazes de concertos, de touradas e de tudo o que mais for, em algumas paredes, felizmente em número muito mais reduzido. É que o espaço publicitário paga-se, e colar uns cartazes numa parede ou num placar alheio fica muito mais barato. Desta vez a vítima foi o BE, mas para a próxima pode ser um outro qualquer.

Assim, deixo aqui a ideia: criar espaços para publicidade de eventos, em zona visível, e de acesso livre.


Fotografia gentilmente enviada por Pedro Ventura
Porque “a liberdade de um acaba onde começa a liberdade de outro”, neste blog queremos que todos se respeitem!

2006-06-13

Taxas Penalizadoras

O governo quer aumentar, outra vez, as chamadas taxas moderadoras na saúde. Alguém já apelidou as taxas de penalizadoras. Quem está doente e tem dinheiro vai ao privado, quem está doente e não tem dinheiro não vai a lado nenhum, com estes aumentos estar doente é sinónimo de estar lixado. Mais um desrespeito pela Constituição da República Portuguesa e um favorecimento aos Grupos Económicos que dominam a saúde no privado. Aposto que depois da reunião do governo, o ministro da saúde estava satisfeito e a pensar que assim o número de portugueses doentes vai diminuir, graças à penalização. Aposto que o Belmiro de Azevedo e a cambada do costume, Van Zeller e afilhados, vão aparecer no Prós e Contras a dizerem que o governo não foi até onde devia ir, que estar doente é um crime que leva dinheiro dos cofres do estado, leia-se dinheiro da carteira deles, porque o dinheiro do estado, de todos nós, acaba sempre nos bolsos destes senhores.

Enfim, mais uma medida para melhorar a qualidade de vida dos portugueses. Isto é que é política, pena é que seja contra os que menos têm e contra os que menos podem. Felizmente temos o mundial e o arrogante do seleccionador, que ultimamente com a postura que tem, faz passar o Mourinho por um menino humilde. Vou colocar a bandeira na rua, uma vez que não posso fazer isto ao governo…
"Prestar homenagens aos mortos. Valorizar o seu papel. Aprender com os seus ensinamentos e o seu exemplo. Mas não incensar e não endeusar."

Álvaro Cunhal

2006-06-12

és português?
tens a certeza? ...sabes o Hino?
Quaternário na Península de Setúbal

Nos últimos 1,8 milhões de anos (Quaternário) como consequência das glaciações, houve várias oscilações do nível do mar testemunhadas pelos terraços marinhos bem expressos no litoral da Arrábida.

Há cerca de 1,5 milhões de anos, em ambientes litorais, depositaram-se conglomerados, com elementos essencialmente de quartzo e quartzito, de tons esbranquiçados. Na parte superior ocorrem seixos desgastados pelo vento. Alguns foram trabalhados pelo Homem ("pebble culture") o que permite comprovar a sua presença na Estremadura portuguesa desde esses tempos remotos.

Há cerca de 35 000 anos (Plistocénico superior) o clima, bastante frio, provocou a retenção de água nos polos terrestres e nos glaciares de montanha; o mar desceu para cerca de 60 metros abaixo do nível actual. Nas extensas planícies litorais deixadas a descoberto, viviam mamutes, bois selvagens e cabras; constituíam territórios de caça previlegiados para o Homem. Um dos últimos grupos de "Homens de Neanderthal" habitou as grutas da serra da Arrábida.

Mais tarde, no apogeu da última grande transgressão marinha, há cerca de 5 000 anos, as águas salgadas chegaram ao Paúl da ribeira de Muge, 40 km a montante do mar da Palha. Constituíram-se povoados importantes na zona de Muge que aproveitavam os abundantes recursos marinhos e/ou salobros que aí chegavam. São dessa época os célebres "concheiros de Muge", estação arqueológica de enorme importância, muito rica de espólio humano (esqueletos) e restos de alimentação.

Com a retirada do mar, as dunas ganharam grande desenvolvimento na parte terminal da bacia do Baixo Tejo. As dunas de praia são, fundamentalmente, de tipo longitudinal e paralelas à arriba litoral da Costa de Caparica-Lagoa de Albufeira.

Na parte alta da arriba as dunas têm morfologia variada, com destaque para alguns grandes "barkanes".

Em certos locais (Capuchos e Fonte da Telha, p. ex.), existem paleossolos intercalados nas dunas com cerca de 2000 anos. Estes solos podem corresponder ao desenvolvimento das explorações agrícolas em tempos do Império Romano, que se terá prolongado até o início do domínio árabe. O abandono subsequente da agricultura conduziu à remobilização dunar.

Fonte: http://www.dct.fct.unl.pt/CEGUNLP/Geoverao

2006-06-11

Passou agora por aqui um carro sonoro a anunciar uma recolha de sangue, realizada pela Associação de Dadores de Sangue da Baixa da Banheira, nas instalações do Clube União Banheirense "O Chinquilho".

Hoje, das 10h às 15h.

2006-06-10

"Eis aqui, quase cume da cabeça
De Europa toda, o Reino Lusitano,
Onde a terra se acaba e o mar começa,
E onde Febo repousa no Oceano.
Este quis o Céu justo que floresça
Nas armas contra o torpe Mauritano,
Deitando-o de si fora, e lá na ardente
África estar quieto o não consente."

Os Lusíadas , Luis Vaz de Camões (c. 1524 - 10 de Junho de 1580)
Baixa da Banheira, Fev 2004

2006-06-09

O nosso cantinho

Era tão bom que aqui os homens fossem mais justos e solidários. Era tão bom que no Verão as florestas não ardessem da forma que ardem. Mas não é assim, e a culpa também é minha. Ouvimos os portugueses queixarem-se do eles, entidade abstrata que serve para desculpar as nossas frustações. "Eles" não existem, eles somos nós, temos de assumir a responsabilidade de criar um Portugal Melhor, não o Portugal Maior de Cavaco Silva, com mais desemprego, com mais favorecimentos a amigos, com mais condecorações vergonhas, mas sim um Portugal Melhor, onde se defenda a Constituição, onde se lute por uma educação para todos, onde todos possam ter acesso à saúde, onde todos possam ter justiça (sem necessitarem de a comprar), onde todos possam trabalhar e habitar condignamente. Este Portugal, tão grande em desigualdades, não precisa de ser maior, está nas nossas mãos, somos nós quem decidimos o que queremos para Portugal. Não vamos lá só com bandeiras, é necessário muita luta e muito trabalho.

Se alguém ainda tem dúvidas de que o Presidente Cavaco Silva não é um "Homem de Estado", mesmo depois das nomeações para um Conselho de Estado hermético como não se julgava possível, alguns dos 26 nomes que vão ser condecorados amanhã, nas comemorações do Dia de Portugal, a começar por Rui Rio, Presidente da Câmara Municipal do Porto, passando por Arlindo Cunha, Daniel Bessa e Eduardo Catroga (que por acaso foi o angariador de fundos da campanha presidencial), estão aí como mais uma prova.

Ja Óscar Lopes, Professor Catedrático, co-autor da "História da Literatura Portuguesa", o historiador Hélder Pacheco, a Liga Portuguesa de Combate ao Cancro, me parecem mais dentro do espírito do que eu entendo ser uma condecoração de Estado.
Do Destak de ontem retiro estas afirmações do judoca português Nuno Delgado:

"Nos países que atravessam algumas dificuldades económicas, acaba-se por esconder um pouco a realidade, agarrando-se a estes fenómenos desportivos com grandes euforias nacionais. É o caso de Portugal"

Ao que eu apenas acrescento que, no nosso caso, isto só se aplica quando cheira a algum êxito...
Hoje vou fazer um favor a todos os visitantes do banheirense, vou vos indicar um sítio mágico, carregado de esperança e de humanidade, um local onde os pequenos gestos fazem os grandes, não porque se tenham de fazer, mas porque pelo seu significado assim o são. Hoje e sempre :

http://euemmadagascar.blogspot.com/

Vale a pena visitar e ler com atenção.

2006-06-08

Não há FIAR!
Foi com tristeza que recebi a notícia de que este ano não há o FIAR (Festival Internacional de Artes de Rua) em Palmela.
Para mais explicações tem aqui uma petição que pode ler e assinar, dirigida aos orgãos responsáveis pelas verbas.

http://www.petitiononline.com/fiar2006/petition.html

2006-06-07

Um homem chega a casa, liga a televisão porque o jogo está a começar. Depois do jantar, uma mulher liga a televisão porque a novela está a começar. No quarto um filho brinca até ter sono. O caderno dos trabalhos de casa continua aberto, mas vazio, sobre a cama.

Um professor chega a um quarto alugado. Jantou num tasco e prepara-se para telefonar à família. Só mais dois dias e 300 km e tudo isto ficou para trás até à próxima segunda feira. Entretanto os testes estão por corrigir. À mesma hora, um seu colega, sortudo porque colocado perto de casa, folheia a secção de emprego de um jornal. Já passaram 8 anos mas ainda não desistiu de tentar o emprego para que estudou. As aulas são um refúgio que dia a dia se torna mais insuportável.

Um miúdo brinca com os amigos da rua até depois do anoitecer. O tempo está bom e convida os pais ao convívio numa esplanada perto. “As conversas são como as cerejas” já se sabe, mas amanhã é dia de trabalho, e já se vai fazendo tarde. Além disso, os miúdos têm escola.

Aqueles pais não souberam dizer não. Aquela criança nunca ouviu um “não”, nem um “talvez”, mas ouviu um complacente “está bem”. Aquela criança está frustrada na escola, que tem regras, e onde lhe dizem não. Aquela criança não gosta da escola.

O tio daquele está preso. Matou o amante da tia ali mesmo em frente à casa onde todos viviam. Todos sabiam, até o tio. Naquele dia fora apenas uma cerveja a mais que fizera a diferença. O pai também já foi à esquadra, mas foi só porque batia na mãe.

Aquele miúdo chega cansado à escola. Levanta-se 2 horas mais cedo do que os restantes colegas porque a escola onde andava, com mais 8 amigos, fechou. Agora vem para a vila, longe da aldeia onde vive.

A OCDE coloca-nos na cauda de 41 países no que toca à leitura e compreensão de textos e somos os penúltimos no ranking da iliteracia na Europa comunitária.

Isto anda tudo ligado.

A verdade verdadinha, toda, sem nada a ocultar...
Decerto já saberão que muitas vezes não concordo com o que é escrito no Alhos Vedros ao Poder!. Esta discordância, que já nos levou a algumas trocas de comentários mais acaloradas (e muitas mais poderiam ter sido), não me impede de considerar que a suspensão da sua actividades é uma perda. É uma perda porque são uma voz com opinião e que, ao seu modo, tenta promover a discussão sobre a sua terra. Coisa rara e muitas vezes confundida com a pura má lingua.

Meus caros, mesmo não concordando com a vossa opção de "anónimato", nem com a forma agressiva em vários sentidos (e estes sentidos têm mais a ver com a forma do que com a direcção dos disparos) com que infestam os vossos post, vocês marcaram o vosso espaço na blogosfera local, e na minha opinião fazem cá falta.

2006-06-06















Após uma discussão com um amigo, e na qual fui confrontado para apresentar provas, aqui ficam. A prova de que a nossa península já foi um recife de coral.

Imagem- Principais acontecimentos geológicos cenozóicos na parte terminal da Bacia do Baixo Tejo.
Fonte: http://www.dct.fct.unl.pt/CEGnovo/GeoVera01/Arrabida
"Aquela planta alí estava a ficar seca, mas eu e esta senhora durante o verão passado, sempre que por aqui passávamos, fomos regando-a tirando água do lago com uma garrafa. E este ano é a que está mais florida"

Este fim de semana, quando eu e o Luis percorremos o parque, encontrámos estas senhoras que nos mostraram o quanto importante é sermos nós a tomar a iniciativa, e fazer algo pela nossa terra.

Não me lembrei de lhes perguntar os nomes, mas este post aqui fica como forma de agradecimento.

2006-06-05

A Escola dos 2º e 3º ciclos do Ensino Básico de D. João I Baixa da Banheira é uma Eco-Escola, http://www.eb23-d-joao-i.rcts.pt/ecoescolas.php

hoje, no dia do ambiente a Escola, a Câmara Municipal da Moita e a Junta de Freguesia da Baixa da Banheira ultrapassaram as suas competências, "limparam" e deram outra cara ao equipamento. O ministério da educação também foi convidado mas não compareceu, embora seja sua competência não o fez, deveriam andar mais ocupados a planearem tramoias contra professores, funcionários e alunos. A Escola ficou melhor, mas se o Ministério continuar a não fazer o que lhe compete, vai voltar tudo ao mesmo. É caso para dizer a educação é apenas um engate.

2006-06-04

Frases célebres do futebol

"TENHO O MAIOR ORGULHO DE JOGAR NA TERRA ONDE CRISTO NASCEU"(Djair,do Belenenses ao chegar a Belém / Restelo no dia em que assinou contrato com esse clube)

"NEM QUE EU TIVESSE DOIS PULMÕES ALCANÇAVA ESSA BOLA"(Roger, ex-jogador do Benfica)

"EU DISCONCORDO COM O QUE VOCÊ DISSE"(Derlei, ex-Jogador do Porto)

É assim, e mais nada.
Um problema a resolver na nossa freguesia

O União Desportiva e Cultural Banheirense está à espera de uma assinatura, num documento perdido numa secretária, num qualquer gabinete ministerial, enquanto perde dinheiro, enquanto trabalha e enquanto cumpriu o que lhe exigiam. Um secretário de estado do governo socialista não quer saber do União, nem dos Banheirenses, nem da Freguesia da Baixa da Banheira. O União precisa da assinatura para concluir os trabalhos do recinto desportivo, o União merece mais respeito, bem como a população da Baixa da Banheira. Assine o documento homem e resolva este grande problema.

2006-06-02

Ponto de situação

Já por várias vezes que falam na página da Junta de Freguesia da Baixa da Banheira. A "nova" página está quase pronta e só ainda não foi para "o ar" por pequenos acertos e nós não gostamos de coisas inacabadas. Espera-se que durante o este mês de Junho esteja plenamente concluída. Manterá os mesmos serviços que tinha, por exemplo o Balcão Virtual, mas terá uma nova cara e novos conteúdos. Espero que nos façam chegar opiniões para a melhorar quando esta estiver disponível.

P.S.- O post não foi devido a pressões, nem funcionamos assim, se fosse por isso a página já estava online.
Disseram-me ontem que o Vereador Vitor Cabral já tem um blog em nome próprio. Trata-se de uma iniciativa pessoal que tenho que louvar, e esperar que possa ser seguida por outros agentes políticos locais, eleitos e não só. Estou certo que teríamos todos a ganhar.

Tenho apenas uma nota a acrescentar: preferia que o blog disponibilizasse comentários, apesar de compreender perfeitamente a razão desta opção.

E comentários apenas com pré-aprovação, não?
Um carro patrulha da brigada de transito passa indolente e com indiferença por uma viatura mal estacionada em frente ao Atlantis. Minutos depois a Carreira 14 fica encravada até que o condutor acabe o seu café.

Às 4 da manhã o telefone toca na esquadra e do outro lado da linha uma voz alerta para uma briga conjugal. O agente de serviço, certamente agoniado pelo despertar violento, pede a morada e a raça dos intervenientes. Meia hora mais tarde a briga acalma, e as forças da ordem chegam depois.

No Hospital do Barreiro um toxicodependente agride um familiar a quem tentava extorquir. O enfermeiro de serviço é ameaçado e chama a segurança, que chega já depois da fuga do agressor. Este mesmo segurança ainda na semana passada fora agredido à porta da urgência. Um agente fora de serviço observa a cena com passividade.

Um grupo de miúdos que regressa a casa pouco ante de o sol se levantar, resolve riscar todos os carros que encontra na rua.

À porta do mercado da zona sul, um agente destacado do norte do país, aproveita a folga e comenta com a companheira “este mês acabo de pagar a farda”.

Isto anda tudo ligado

2006-06-01

Conheci o General Vasco, ou melhor o camarada Vasco, perto do fim da sua vida, o homem marcou-me profundamente pela sua educação e cortesia, mas marcou-me mais pelo seu acreditar num Portugal de todos. Lembro-me de o ouvir dizer "...agora é com vocês, basta quererem...". Foi em Serpa, no meu querido Alentejo. Também nesse dia conheci um amigo do outro lado do mundo, um sociólogo americano, professor na Universidade de Chicago com quem aprendi umas coisas que já utilizei milhentas vezes desde então. Grande dia para conhecer um grande homem.

Até sempre Camarada Vasco.

VASCO SEMPRE": LANÇAMENTO EM LISBOA

"Vasco Sempre" será lançado em Lisboa no dia 8, às 18h30, na Casa do Alentejo. É uma obra ilustrada em homenagem ao Gen. Vasco Gonçalves, falecido em Junho do ano passado. Ela inclui mensagens de Fidel Castro e Hugo Chávez à sua viúva. Nela colaboraram personalidades da literatura portuguesa e galega, como César Príncipe, Francisco Duarte Mangas, João Pedro Mésseder, José Casanova, José Viale Moutinho, Maria Teresa Horta, Papiniano Carlos, Urbano Tavares Rodrigues e Xosé Luis Méndez-Ferrín, além de Ilda Figueiredo, Carlos Carvalhas, Alm. Rosa Coutinho e Cor. Varela Gomes. O livro foi editado pela Arca das Letras ( arcadasletras@sapo.pt ) , do Porto.

Fonte: www.resistir.info
Reformas Estupendas e Estúpidas

Ao ver o noticiário fiquei a saber que o governo vai obrigar alguns funcionários públicos a cortarem o vínculo. Efectivamente é uma reforma estúpida, desonesta porque e cobarde, encapota uma forma de despedimento e vai causar certamente problemas mentais a muitas pessoas. É estupenda porque os comentadores de serviço pensam que é corajosa e necessária. Mas dados são dados e os dados mostram que Portugal tem menos funcionários públicos que os países mais desenvolvidos, será por isso que está na cauda da europa?.


Foram estes anormais que hoje, e durante uns bons minutos, resolveram oferecer uma demonstração da pujança do auto-rádio, e acessórios, a tuda a rua.

Obrigado ó pázinhos, mas eu preferia ouvir o telejornal.
Existem algumas definições que alguns poderão considerar que se tratam de questões menores, mas que na minha opinião, por se reflectirem na identidade de uma população, não devem ser menosprezados. Mais ainda quando este aglomerado populacional em que vivemos tende a ser (des)considerado apenas como uma bolsa dormitório, o que não estando totalmente desfasado da realidade, está longe de o caracterizar.

Tenho quase a certeza que o pessoal do Jornal da Moita quando noticia que “Moita acolhe Torneio de Pára-Quedismo” sabe que “Moita” não é sinónimo de “Concelho da Moita”. Mesmo assim, percorrendo o resto da breve referência ao evento, ficamos a saber que se vai realizar no Parque José Afonso na Baixa da Banheira, no próximo sábado às 9h00m, o 1º Torneio de Pára-quedismo em Precisão de Aterragem do Concelho da Moita, e que é organizado pela Associação de Pára-quedistas do Sul, com sede na Baixa da Banheira, e que conta com o apoio da Câmara Municipal da Moita.
Parece que existe mais um blog "com origem na Baixa da Banheira".
Por nós o Longe de Lepanto será sempre bem-vindo, mesmo que o Pedro Ventura esteja convencido do contrário.
São agora 1h40m e a reunião do Executivo da Câmara na Baixa da Banheira acabou há não mais de 15 min. Como não é de admirar, decorreu num tom agradável e com um elevado nível de participação, facto que foi reconhecido pelos vários vereadores.

Como já se vai fazendo tarde, vou tentar nos próximos dias abordar algumas das questões levantadas, como foram os casos dos campos de futebol municipais e da localização dos equipamentos municipais, das taxas de tratamento dos RSU, da ETAR Moita/Barreiro ou Barreiro/Moita, consoante o conselho de residência do orador, da preservação dos pátios na Baixa da Banheira, dos buracos nas estradas e tampas de esgoto sonoras, e sem esquecer o "Pavilhão das Vacas".

2006-05-29
















Algures por aqui entra o Rio Tejo em Portugal, daí até passar pela Baixa da Banheira é só um pouquinho...

Algures em Vila Velha de Rodão

2006-05-28

Foi realizado hoje o V Encontro de Automóveis Clássicos e Antigos da Baixa da Banheira, iniciativa promovida pelo HACETS- Histórico Automóvel Clube de entre Tejo e Sado e Junta de Freguesia da Baixa da Banheira, contando com o apoio da Câmara Municipal da Moita e foi assim:

http://www.hacets.com
Be jazz no Barreiro, quem não conhece devia conhecer, sem dúvida.

Edifício da Escola de Jazz do Barreiro Rua Salvador Correia de Sá, nº6 - Barreirocontacto: 933244400 – bejazzcafe@clix.pt
O nosso amigo Luis Guerreiro enviou-me um mail a solicitar divulgação que fica aqui melhor expressa nas suas palavras.


O Escudo http://escudo.paginas.sapo.pt/, Boletim Informativo da Azulejaria Artística Guerreiro, está numa nova fase, a sua terceira mutação desde 1998, quando apresentei a minha primeira página na Internet http://arquivosguerreiro.no.sapo.pt/page4.html, com esse título, sobre o trabalho produzido na AAG.
A partir do nº2 do Escudo http://arquivosguerreiro.no.sapo.pt/page5.html, em 2001, o endereço da URL, passa a ser este que ainda hoje se mantém: e">http://escudo.paginas.sapo.pt/>e muitos de vós têm como Link nos vossos Blogs.
O "Escudo" entra agora numa terceira fase em que se acaba a numeração e em que as actualizações serão mais dinâmicas, embora mantenha secções permanentes como a "Breve História do Azulejo em Portugal". http://escudo.paginas.sapo.pt/page7.html Também o carácter bilingue (Inglês e Português) será mantido na medida do possível.
Mas, as grandes mudanças vão para a interligação e interactividade entre mais duas outras páginas da Azulejaria Artística Guerreiro: a "Álbuns" http://azulejariaguerreiro.no.sapo.pt/ e os "Arquivos Guerreiro" http://arquivosguerreiro.no.sapo.pt/index.html que serão páginas complementares ao "Escudo". http://escudo.paginas.sapo.pt/index.html
A página "Álbuns" http://azulejariaguerreiro.no.sapo.pt/será a página comercial da AAG, com o azul e prata como cores dominantes e pretende apresentar a maior parte dos painéis de azulejos já executados por mim durante os até agora 20 anos de trabalho contínuo na área da Azulejaria Artística (17 anos de oficina montada em Alhos Vedros), esta página estará em contínua actualização de painéis realizados na AAG, que, felizmente, e apesar da crise nacional, tem conseguido garantir uma carteira de encomendas de clientes nacionais e internacionais que até agora sempre ficaram satisfeitos com o trabalho efectuado pela AAG. "Álbuns" http://azulejariaguerreiro.no.sapo.pt/ começa com duas colecções que marcam a história da AAG: os painéis de Alhos Vedros http://azulejariaguerreiro.no.sapo.pt/page5.html, painéis por encomendas das associações, clubes, poder local e estabelecimentos comerciais ou clientes particulares e "Imagens do Concelho da Moita" http://azulejariaguerreiro.no.sapo.pt/page6.html a primeira colecção de 24 painéis de 2 azulejos que foi publicada em 1998, como colecção de cromos no jornal "O RIO", mas também outra página nascerá simultaneamente que será a "Arquivos Guerreiro". http://arquivosguerreiro.no.sapo.pt/index.html
Os Arquivos Guerreiro surgiram com a ampliação da minha oficina e com a criação de uma mini-galeria, inaugurada em 2001, com a primeira exposição de Delei em Portugal http://arquivosguerreiro.no.sapo.pt/page2.html, que actualmente funciona como galeria permanente de exposição de trabalhos não convencionais na área da Azulejaria Artística, trabalhos de B.D. ou cartuns, em azulejos.
Começa agora a segunda colecção de cromos no mesmo jornal "Os Barcos d’O RIO", http://azulejariaguerreiro.no.sapo.pt/index.html que contará com 16 azulejos que serão publicados aqui http://azulejariaguerreiro.no.sapo.pt/page3.html todas as quinzenas e sairão em cromos no jornal "O RIO", cujo director, Brito Apolónia, se mostrou de novo receptivo a este meu novo projecto.
A relação das papelarias e os preços das colecções completas em azulejos, pintados à mão estão aqui referenciados http://azulejariaguerreiro.no.sapo.pt/page2.html .
Também os Links para os Blogs e Portais da região http://escudo.paginas.sapo.pt/page16.html estão presentes aqui, nesta página que também no futuro, terá Links para Artistas Vários, que eu admiro e para páginas de BD, Azulejaria Artística e Artes.
Agradecendo a vossa disponibilidade de divulgação da minha Arte e da Azulejaria Artística, despeço-me com amizade.
Luís Cruz Guerreiro

2006-05-27


Apelo por aqueles que não têm voz!

Todos anos por esta altura, fazem-se campanhas para que nas férias, não se abandone os animais. Infelizmente é uma coisa que se tem de lembrar às pessoas consecutivamente. Para além deste apelo, devia de existir uma outra campanha, para que as pessoas não deixassem os animais dentro dos carros com os vidros fechados em parques de estacionamento ou outros sítios, enquanto "vão ali".
Faço este apelo porque já deparei diversas vezes com esta situação. O ano passado cheguei ao cumulo de forçar a abertura dos vidros dum carro para dar água a um pobre animal que estava quase a perder os sentidos devido ao calor que se encontrava no interior do veículo. Quando os donos chegaram levaram uma tamanha desanda de quem presenciou a situação, os quais ainda se sentiram ofendidos, por lhes terem feito aquilo ao carro.
Penso que a ignorância e a falta de sensibilidade de algumas pessoas no nosso país é gritante. Como proposta a uma mudança deste tipo atitudes, era fazer chegar a informação através dos programas aos quais estas pessoas vão buscar exemplos, como: novelas e outros programas televisivos.

2006-05-26

O lema que o PS no Barreiro apresentou às autáquicas de 2001 foi "Pelo Barreiro Vale a Pena Mudar".

5 Anos depois a mudança foi avaliada em "14 milhões de euros de compromissos assumidos não pagos; 11,2 milhões de euros de dívidas de curto prazo, dos quais 2,3 milhões sem registos de compromisso e 477 mil euros gastos não cabimentados ou sem facturação de dívida, porque foram gastos à margem dos Serviços do município"
A próxima reunião pública da Câmara Municipal da Moita é na Baixa da Banheira, e vai realizar-se na próxima 4ª feira, dia 31 de Maio, às 21H, nas instalações do União Desportiva e Cultural Banheirense.

Eu sei que à mesma hora está a ser exibido o "Capote" no fórum mas, desta vez, fico à espera de ver do DVD.
Estes dias longos e de temperatura aprazível até às ultimas nesgas de Sol são um bom alibi para jantar um pouco mais tarde, e descer até ao Jardim das Laranjeiras.

Pego no gaiato e numa pequena bola e desço. Como eu está ali mais um pai, e a sua descendência, e um neto com o seu avô, que já conheço há uns anos. “Vocês misturaram isso bem, não se percebe bem a quem é que sai, mas ali a boca e o queixo parece-se com o teu avô”, sorri e concordei. Ainda por ali andavam 3 miúdos, também eles com uma bola. Ontem seriamos certamente mais de dez almas a usufruir aquele espaço.

Lamentámos os equipamentos para crianças terem desaparecido, vítimas de alguns adolescentes com tamanho a mais e consciência a menos (como muito acontece nestas idades), e desviámos da rota dos petizes o tanque de areia que ainda resta, e onde mais uma vez pude observar um cãozinho (e utilizo um diminutivo porque em tamanho não teria mais de 2 palmos) alegremente a passear o dono e a mostrar como se caga, literalmente, num espaço publico. A peste, o dono, não o bicho, quando lhe perguntaram se não sabia que ali ao lado existe um espaço próprio para as necessidades dos animais, responde “ele não gosta...”

Seguiu-se um diálogo pouco edificante, a meio do qual o tal pai estoira ”E TU GOSTAS QUE TE CAGUEM A SALA, Ó PALHAÇO?!?!”

2006-05-25

Terra, a nossa casa

Imaginemos que na nossa casa entram ladrões. Imaginemos que nos levam tudo, as nossas coisas. Imaginemos que nos levam os familiares. Imaginemos que não existe nenhuma razão lógica para tanto sofrimento.
Parem de imaginar, na terra em alguns locais do mundo isso acontece e acontece fundamentalmente por razões económicas, por dinheiro. O valor do dinheiro assumiu maior importância que o valor da vida. O sistema capitalista tudo permite na concentração da riqueza. Agora imaginemos um mundo sem dinheiro, ...

Trecho da Rua Fernando Pessoa, vista do Jardim das Laranjeiras
2006-05-25

2006-05-24

Reflexões acerca do código de Da Vinci

Jesus, muito preocupado, chama os seus discípulos e apóstolos para uma reunião de emergência, devido ao alto consumo de drogas na Terra.

Depois de muito pensarem, decide-se que uma comissão de discípulos desça à Terra e recolha diferentes drogas.

Efectua-se a operação secreta e, dois dias depois começam a regressar os comissários. Jesus espera à porta do céu.

Quando chega o primeiro servo: - Quem é? - Sou o Paulo. - E o que trazes, Paulo? - Trago haxixe de Marrocos. - Muito bem, filho. Entra.

Quem é? - Sou o Marcos. - E o que trazes, Marcos? - Trago marijuana da Colômbia - Muito bem, filho. Entra. - Quem é? - Sou o Mateus - E o que trazes, Mateus? - Trago cocaína da Bolívia. - Muito bem, filho.

Entra - Quem é? - Sou o João. - E tu, o que trazes, João? - Trago crack de Nova Iorque. - Muito bem, filho. Entra.

Quem é? - Sou o Lucas - E o que trazes, Lucas? - Trago speeds de Amesterdão. - Muito bem, filho. Entra. - Quem é? - Sou o Judas. -Jesus abre a porta: - E tu, o que trazes, Judas? - A POLICIA JUDICIÁRIA! TODOS NO CHÃO! TU TAMBÉM, Ó CABELUDO!!!
Andava eu à procura de destinos e encontrei isto.

Fonte: http://www.travel-images.com/portugal-se32.jpg
Não resisto a publicar o que agora me chegou ao mail:

8:00 horas - Alvorada;
8:30 h - Nuno Gomes começa a secar o cabelo;
8:35 h - Nuno Valente dá entrada no departamento médico, após alegadamente ter sido vítima de uma entrada violenta do seu colega de quarto, Petit, enquanto dormia;
9:00 h - Pequeno-almoço;
9:01 h - Nuno Gomes começa a chegar gel ao cabelo;
9:10 h - Figo levanta-se;
9:11 h - Cristiano Ronaldo dá entrada no hotel após uma noitada bem passada;
9:12 h - Ricardo Costa grita bem alto: "Como é possível eu estar aqui?", e abraça-se, eufórico, à pessoa mais próxima;
9:13 h - Ricardo é sodomizado por um empregado do hotel após este ter ficado excitado com a sua voz sexy;
9:14 h - Miguel agride de forma selvática os jornalistas que o tentavam fotografar enquanto comia;
9:15 h - Costinha consegue finalmente ter capacidade físico-motora para se erguer da cama;
9: 16 h - Maniche pesa-se e atira a balança com força contra a parede, depois de perceber que continua a pesar mais do que o Fernando Mendes;
9:20 h - Chegam ao hotel os dois camiões de queijos açorianos encomendados por Pauleta;
9:30 h - Nuno Gomes acaba de chegar o gel ao cabelo e dirige-se para a sala de maquilhagem;
9: 45 h - Scolari acorda;
10:00 h - Deco inicia o seu tratamento contra as borbulhas;
10:01 h - Simão chora, queixando-se de que Hélder Postiga lhe terá comido o pão com manteiga;
10:02 h - Caneira dá entrada no departamento médico, após ter sido vítima de uma entrada dura de Petit durante o pequeno-almoço;
10:10 h - Quim agride um empregado de mesa, depois de este lhe ter dito que era holandês;
10:30 h - Início do treino;
10:45 h - Figo e Cristiano Ronaldo entram no estúdio para gravarem um spot publicitário para um banco;
10:50 h - Nuno Gomes está finalmente pronto para entrar no treino;
11:00 h - Costinha inicia o pequeno-almoço;
11:01 h - Treino interrompido para prestar assistência médica a Luís Boa Morte, que foi vítima de uma entrada dura de Petit;
12:30 h - Fim do treino;
12:31 h - Costinha está pronto a iniciar o treino;
12:36 h - Banho;
12:40 h - Simão chora copiosamente porque Tiago não lhe emprestou o champô;
13:00 h - Almoço;
13:35 h - Figo e Cristiano Ronaldo juntam-se aos seus companheiros;
13:40 h - Scolari levanta-se da cama pronto a iniciar mais um dia de extenuante trabalho;
14:00 h - Costinha chega, visivelmente cansado, ao local onde decorre o almoço;
16:00 h - Rodada de "Sueca";
16:10 h - Costinha dá entrada no departamento médico, após ter-se lesionado com a caneta enquanto apontava os resultados da "Sueca";
16:30 h - Scolari reúne-se com a sua equipa técnica para delinear a estratégia para o primeiro jogo do Mundial;
16:32 h - Scolari inicia um jogo de Monopoly com a sua equipa técnica. A regra é bem simples: quem ganhar tem direito a escolher um jogador para o onze português que vai iniciar o Mundial;
17:00 h - Inicia-se o treino da tarde;
17:05 h - Figo e Cristiano Ronaldo iniciam as filmagens de um anúncio publicitário para uma bebida gaseificada;
17:10 h - Simão chora copiosamente porque Hugo Viana não lhe passou a bola;
19:00 h - Fim do treino;
20:00 h - Depois de uma extenuante tarde de Monopoly, estão já escolhidos dez dos jogadores que vão alinhar de início no primeiro jogo do Mundial;
20:30 h - Início do jantar;
20:31 h - Costinha dá entrada no departamento médico, após ter-se lesionado com o garfo enquanto comia;
20:32 h - Scolari vence o 11º jogo de Monopoly e tem por isso direito a escolher o último jogador do onze inicial; o brasileiro escolhe, eufórico, Quaresma; quando os seus adjuntos lhe dizem que Quaresma não pode ser escolhido porque não foi convocado, o treinador brasileiro perde as estribeiras e grita: "pôxa vida, cara! É sempre assim: quando eu ganho nunca há o prémio que eu quero. Vocês, portugas, não sabem perder, cara!";
21:00 h - Bilharada no salão de jogos do hotel;
21:10 h - Simão chora porque Deco ficou com o taco maior e mais brilhante;
21:30 h - Pauleta acaba de comer o seu 37º queijo açoriano de sobremesa;
22:00 h - Scolari diz estar extenuado e recolhe aos seus aposentos;
23:00 h - É dada ordem de recolher aos quartos;
23:05 h - Simão chora porque queria ficar com a cama do lado esquerdo do quarto;
00:00 h - Cristiano Ronaldo está pronto para sair;
00:02 h - Costinha acorda o departamento médico da selecção para ser assistido após ter-se lesionado ao mudar de posição enquanto dormia;
00:30 h-Merche Romero chega à entrada do Hotel e buzina bem alto, Cristiano Ronaldo ouve a buzina e sai;
01:00 h - Ricardo Costa grita bem alto durante o sono: "Como é possível eu estar aqui?";
07:59 h - Merche Romero deixa Cristiano Ronaldo na entrada do hotel;
08:00 h - Alvorada.

2006-05-23


Aí se o Rei voltasse à nação benfiquista!

Todos anos por esta altura, fala-se no regresso de Rui Costa, não sei se voltará ou não. Uma coisa é certa, quem sai a ganhar com tudo isto são os jornais, que aproveitam o "sebastianismo" benfiquista para manter a procura (ou aumentar) pós-campeonato.
Falando-se de cinema, e dos temas que este endossa para discussão pública, não posso deixar de destacar o Ciclo de Cinema “Os Filmes dos Óscares 2006” que desde o passado dia 17 decorre no Fórum Cultural José Figueiredo. Deixo-vos as sugestões para as próximas sessões:

24 de Maio - “Uma História de Violência” de David Cronenberg;

31 de Maio - “Capote” de Bennet Miller

7 de Junho - “Syriana” de Stephen Gaghan

15 de Junho - “Tsoti” de Gavin Hood

16 de Junho - “O Segredo de Brokeback Mountain” de Ang Lee

17 de Junho - “Crash - Colisão” de Paul Haggis

21 de Junho - “Walk The Line” de James Mangold

28 de Junho - “Boa Noite e Boa Sorte” de George Clooney

As sessões tem início às 21h30m e o bilhete custa apenas 2,5 €.

2006-05-22

Bandeiras

A euforia das bandeiras já começou. Os portugueses gostam de futebol, agora só falta começarem a gostar deles próprios.
Código de Da Vinci

Sendo eu um apreciador de Dan Brown e um apaixonado por história e significado dos símbolos usados pelo homem, fui ver o filme. Quanto ao filme, não vou comentar o que vi para não estragar o prazer a alguns que ainda não o tenham feito e que o queiram fazer, quanto a uma questão levantada, o que se passou no Concílio de Nicea, não deixo de levantar uma questão:

Será que a história escrita será próxima ao que aconteceu?
Será?

Já estou como o outro, pensava que era assim mas, afinal...
Muito se tem escrito nas caixas de comentários do banheirense e muitos post´s se tem feito em outros blogs sobre o banheirense ou elementos do banheirense. Justificações perguntas, enfim... Só gostava de saber porque é que se questionam uns e outros não, porque é que existem seres pensantes e justiça lhes seja feita, bem pensantes, que volta na volta, entram à carga com o banheirense. Será que não podemos ter opinião? Aproveito e deixo aqui um pedido de desculpas a todos os lesados pelas brincadeiras dos cobardes que no manto do anonimato achincalham aqui pessoas e até nos seus próprios blogs. Pessoas que nada tem a ver com política e muito menos com o P.C.P. levam por tabela por apenas gostarem de passar por aqui. A esses amigos as minhas desculpas. Mas será que isto é só brincadeira ou política. Será?
Vou tentar, pela ultima vez, esclarecer um ponto com alguns dos nossos vizinhos.

Não pretendemos ser o blog com mais visitas ou com mais comentários. Nascemos para falar da Baixa da Banheira e não para nos batermos com ninguém. Não somos politicamente isentos, nem pretendemos ser, e utilizamos o nosso nome como forma de responsabilização pelo que escrevemos.

Nós não temos contadores porque não é esse o nosso objectivo. Não temos o hábito controleiro que alguns dizem repudiar, mas que afinal utilizam para saber que é quem, quem escreve o quê e a que horas. Nem queremos ter.

Por muito que isso vos custe, não entramos nesse “campeonato”.
A Baixa da Banheira formou-se e cresceu como uma bolsa-dormitório das fábricas que então nos cercavam e no seu seio foram nascendo algumas empresas de pequena dimensão, maioritariamente do sector terciário. O elevado crescimento que esta vila apresentou durante décadas promoveu também o aparecimento de algumas empresas de construção civil. Creio não estar errado se disser que estas empresas de génese banheirense consistem em actividades tradicionais onde não existem novas tecnologias, nem inovação.

Já aqui escrevi da necessidade de se fomentar a fixação das gentes que se vão diplomando nas faculdades e institutos do país e que são obrigados procurar empregos qualificados noutras paragens.

Um outro fenómeno que começo a observar com bastante interesse é a criação de novas empresas por estes novos quadros, já com uma perspectiva diferente da dos primeiros comerciantes, não só na área de negócio, mas também na própria filosofia de empresa, que nasce com o objectivo de não se ficar apenas pelo pequeno comércio retalhista.

A Additive formou-se agora e é um dos poucos exemplos desta nova filosofia de negócio, pois mantendo-se no sector terciário, alia o comércio de material informático e assistência técnica à consultoria e outsourcing, ao desenvolvimento de software, e atreveu-se a nascer na Baixa da Banheira...

2006-05-19

AMIGOS DA HISTÓRIA LOCAL CONVIDAM A POPULAÇÃO
Passeio a Pré-História e a nova ETAR


Está a decorrer a consulta pública do estudo de impacte ambiental da nova Estação de Tratamento de Águas Residuais da Moita e Barreiro, uma obra grande e bastante necessária; a localização futura mais provável será o local onde agora se encontra o aterro de fosfogesso da Quimiparque, isto é, muito perto da Ponta da Passadeira, onde existem vários registos da Pré-história.

Assim, os Amigos da História Local irão no próximo dia 21 de Maio conhecer in loco as estações arqueológicas que têm vindo a ser investigadas, com a orientação e explicações do investigador António Gonzalez.

O passeio envolve uma boa dose de caminhada ao longo da zona ribeirinha e o ponto de encontro será no Coreto do Parque José Afonso, junto ao restaurante O Rio, na Baixa da Banheira, dia 21, Domingo, pelas 10:00h. Aí haverá uma introdução acerca dos registos pré-históricos da região e depois o grupo partirá e voltará a pé. Prevê-se que a actividade termine entre as 12:30h e as 13:00h.

Os Amigos convidam todos quantos os que se quiserem juntar ao grupo e sugerem levar calçado confortável, chapéu e água.

Passeio de 2 de Abril ao Gaio, Rosário e Sarilhos



Acerca dos Amigos da História Local:

Os Amigos da História Local são um grupo independente, formado em Setembro de 2005, agregando pessoas interessadas em conhecer melhor e valorizar a história e património do Concelho da Moita. Os encontros deste grupo têm lugar pelo menos uma vez por mês e constam de passeios, palestras, visitas culturais e outras actividades, seja no Concelho da Moita ou noutros locais, desde que contribuam para a comprensão da história e património locais.

Amigos da História Local
Moita - Portugal
amigoshistoria@gmail.com
Curiosamente, ou talvez não, é também a zona onde existe maior concentração de Ferraris.

Outro Mundo!

Na edição desta quinta-feira da revista Nature, astrofísicos europeus, após 2 anos de pesquisa pelo telescópio Spitzer, revelaram ter encontrado no sistema da estrela HD 69830 (semelhante ao Sol), um planeta com características idênticas ao nosso.
O planeta, com 18 vezes a massa da Terra, está numa zona habitável. Provavelmente é feito de um núcleo de rocha, gelo e envolvido em gás. Embora com essas condicionantes à vida, o planeta poderia ter luas rochosas onde existiria água, factor crucial para a existência de vida como a conhecemos. Afinal não é difícil acreditar, pois o nosso sistema solar também foi criado pelo espaço, com todos os condimentos que nele possam existir.
É caso para darmos razão à velha máxima de Anaxágoras, "tudo se confunde".

mais informação em:
http://www.portaldoastronomo.org/noticia.php?id=648

2006-05-17

A Estória do Escravo e do Senhor e o exemplo da humanidade

São vários os filósofos que consideram que o mundo está moldado em opostos. Ao bem opõe-se o mal, à luz as trevas e … Nesta perspectiva a estória do escravo e do senhor é uma realidade concreta e objectiva. Um senhor só o é porque tem um escravo e um homem só é escravo porque é escravizado por alguém. Partindo para os países ricos e pobres, o raciocínio é o mesmo, só existem países ricos porque há países pobres. O segredo, como alguém o disse é o equilíbrio, e este cabe a cada um de nós “escravos” procurá-lo, porque os senhores e os ricos, nunca quiseram o equilíbrio, quiseram manter o estatuto.

2006-05-16

Como de treinador e de louco todos temos um pouco, aqui vai a minha Selecção:

Guarda-redes:
Ricardo
Quim
Bruno Vale

Defesas:
Miguel
Paulo Ferreira
Ricardo Carvalho
Fernando Meira
Ricardo Rocha
Caneira
Nuno Valente

Médios:
Costinha
Petit
Maniche
Tiago
Deco
Quaresma
Figo
Cristiano Ronaldo
Boa Morte
Simão

Avançados:
Nuno Gomes
Pauleta
João Tomás

2006-05-15


"Obviamente, demito-o"

Foi talvez esta frase que mais motivou a população portuguesa para umas eleições que nunca poderia ganhar.
Depois do exílio, acabou assasinado por um comando da PIDE, esses mesmo que recebem subvenções vitalícias e condecorações do Estado Português.

2006-05-13

Vou lançar-vos um desafio: fotografem a nossa terra.

Não é nada de muito difícil, basta que levem uma máquina nos vossos trajectos diários, ou em pequenos passeios, e garanto-vos que vão ficar surpreendidos com o que vão encontrar. Existem pequenos recantos, pormenores de arquectura popular, e pasmem-se alguns, alguma paisagem urbana, que são autenticas relíquias, mas que habitualmente nos escapam ao olhar.

Quando tiverem resultados que vos satisfaçam, e se estiverem interessados em mostrá-las, mandem-nos que nós publicaremos.
Tanto me entristece ver
Que há no Mundo
Quem nem gente sabe ser
E que é gente... infelizmente

José Vicente, poeta popular banheirense

2006-05-12


Homenagem justa


Hoje lembrei-me de algo que ontem li sobre Darfur, onde ocorre um genocídio, uma matança de seres humanos, a extinção de um povo. Este homem, que para além de ser bom naquilo que faz, tem sido a voz que nos mete a mão na consciência. Para Clooney somos todos culpados. Eu porque não faço nada para o evitar, tu porque dizes que não podes mudar o mundo.
Gaio, Moita

2006-05-10

Provérbios para gente culta!!!

Expõe-me com quem deambulas e a tua idiossincrasia augurarei.
(Diz-me com quem andas e te direi quem és)

Espécime avícola na cavidade metacárpica, supera os congéneresrevolteando em duplicado. (Mais vale um pássaro na mão, que dois a voar)

Ausência de percepção ocular, insensibiliza o órgão cardial.
(Olhos que não vêem, coração que não sente)

Equino objecto de dádiva, não é passível de auscultação odontológica.(A cavalo dado não se olham os dentes)

O globo ocular do perfeito torna obesos os bovinos.
(O olho do amo engorda o gado)

Idêntico ascendente, idêntico descendente
(Tal pai, tal filho)

Descendente de espécime piscícola sabe movimentar-se em líquido inorgânico.
(Filho de peixe sabe nadar)

Pequena leguminosa seca após pequena leguminosa seca atesta a capacidade de ingestão de espécie avícola.
(Grão a grão enche a galinha o papo)

Tem a monarquia no baixo ventre
(Tem o rei na barriga)

Quem movimenta os músculos supra faciais mais longe do primeiro, movimenta-os substancialmente.
(Quem ri por último ri melhor)

Quem aguarda longamente, atinge a exaustão
(Quem espera desespera)

Fonte: http://olhodeorus.blogspot.com/

Espectáculo
O leilão da arte

A confusão que faz aos verdadeiros artistas verem peças de arte a serem leiloadas, ou seja a serem vendidas como se só tivessem aquele valor, o monetário. As verdadeiras obras primas deveriam ser expostas para que todos as pudessem contemplar, a isso poderiamos chamar a democracia da arte.
Os nossos amigos do Alhos Vedros ao Poder realizaram uma singela homenagem à nossa luta pelo reconhecimento do Fórum como equipamento municipal em solo banheirense.

Bem hajam!
A CACAV - Cooperativa de Animação Cultural de Alhos Vedros, que agora comemora os seus 20 anos de existência, lançou-se na Blogosfera com uma comunidade de leitores.

fonte Rostos-Online

2006-05-09





Hoje alguém me deixou sem palavras. Sei que não se pode relacionar mas a sensação foi a mesma de quando aqui entrei pela 1ª vez, só que hoje foi mais genuino.
Depois do Lloyd Cole é o INDIELISBOA2006.

Acredito que possa ser mais uma lamentável desatenção, mas no mesmo mês, dois eventos no Fórum que colocam a Baixa da Banheira no mapa cultural português, e que aparecem na publicidade como sendo realizados na Moita, é demais.

Vejam a publicidade na página 7 do Jornal da Moita de 4 de Maio, em que se refere o Evento INDIELISBOA 2006, Moita, 11 a 13 de Maio, sendo que todas as sessões terão lugar no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo.

Acredito que a promoção do Concelho da Moita no exterior só tem a ganhar com a multiplicidade de espaços e culturas, e num concelho heterogéneo como o nosso, esta visão toma ainda mais acerto.

Para os que pensam que o Fórum Cultural caiu do céu, apenas porque o proprietário do antigo Cine-Parque na Baixa da Banheira procurou a CMM para que esta lhe comprasse o espaço antes que uma qualquer seita religiosa o fizesse, tenho a dizer-vos que esta foi uma luta de dezenas de anos e de muita gente, tendo sido iniciada ainda muitos anos antes do 25 de Abril. Na década de 80 chegou mesmo a existir uma maqueta de uma Casa da Cultura, que incluia nas suas valências, por exemplo, espaços para ateliês de artes e salas de ensaios que o actual Fórum, pelas limitações no espaço original, não alberga. Até o local para a sua construção esteve definido. Seria na Baixa da Serra, no espaço que agora está destinado ao Pavilhão Polidesportivo. Os anos foram-se passando, e não fora a compra do antigo cinema, provavelmente ainda estaríamos na mesma.

Não vejam nestas minhas linhas algum sentimento anti-qualquercoisa, não é o caso, nem vejo disso alguma necessidade. Sou apenas pela Baixa da Banheira, e como tal não gosto de a ver delapidada.
O Vital Moreira publica no CausaNossa um excerto da entrevista de Freitas do Amaral à revista "Unica" do Expresso, que não posso deixar de aqui replicar:

«Durante anos acreditei que era possível pôr em prática uma política social de combate à pobreza e às desigualdades, a partir de partidos de centro-direita, como penso que era o CDS, via doutrina social da Igreja. Foi isso que mudou: ao fim de 20 anos, cheguei à conclusão de que não é possível fazer uma política audaciosa a partir de partidos centro-direita, pelas suas ligações umbilicais aos grandes interesses económicos. Esses partidos vivem financeiramente dos contributos dos grandes interesses económicos.»

o que anda este gajo a fazer no PS?

2006-05-08

22º Aniversário de elevação a Vila da Baixa da Banheira

Programa

13-05-2006
15:30- Passeio de Canoas no Tejo (Org. Clube Naútico Moitense), Parque Zeca Afonso

16-05-2006
21:30- Sessão Solene com abertura da Exposição de Desenho e Banda Desenhada de jovens da Vila, Salão Nobre da Junta de Freguesia

27-05-2006
11:00- Encontro de amizade e jogo de futebol entre as equipas de Veteranos do Juventude Futebol Clube e os Bombeiros Municipais de Leiria, no Campo João Pedro do Grupo Desportivo Fabril

28-05-2006
10:00- Concentração e desfile de automóveis históricos e antigos, organização do Histórico Automóvel Clube entre Tejo e Sado
15:00- Gincana Automóvel
Pelas ruas da Vila

Lloyd Cole na Moita?

2006-05-07

Quem chega a Portugal pelo Aeroporto da Portela tem várias hipóteses para daí seguir viagem.

Ou tem uma boleia que o espera, e que apesar do preço exorbitante do parque de estacionamento será o mais cómodo, ou fica na fila de espera para os taxis, o que pelo que já me relataram, chega a demorar mais de uma hora, ou apanha logo ali à porta o Aerobus, uma carreira da Carristur, que pela publicidade nas costas do bilhete suponho que tenha um patrocínio do Hard Rock Café, mas que mesmo assim continua a cobrar 3€ por viagem. Esta foi a minha opção, não só pelo presumível tempo de espera, como também pelo preço tabelado e com o IVA devidamente deduzido, uma vez que a minha confiança nos taxistas do aeroporto anda pelas ruas da amargura.

O trajecto é rápido, mas o passageiro terá que tomar alguma atenção porque o percurso indicado nos placares do veículo é diferente do efectuado. É claro que alguém que pela primeira vez chegue a Lisboa com alguma atenção poderá suspeitar que aqueles nomes de ruas e praças são algo diferentes dos que o motorista sopra a um microfone fanhoso.

Para orientar os turistas na sua visita a Lisboa, no interior deste autocarro estão disponíveis mapas fornecidos pela Carristur com os seus percuros, e meia duzia de outras referências a locais de destaque como a Sé, as Torres das Amoreiras e o patrocinador atrás referido. O Castelo aparece como um jardim, e de fora deste mapa, e sem qualquer outra referência, fica o Centro Cultural de Belém.

Quanto aos transportes públicos, apenas figura a rede do Metro, ainda sem as ultimas actualizações, e os já referidos percursos turísticos. A rede da CP tambem está marcada mas das suas estações só figuram algumas, curiosamente, aquelas que não concorrem com as carreiras da Carristur, apesar de este ser uma mapa apoiado pelo Turismo de Lisboa.

Quem venha de uma cidade como Paris, onde o percurso entre a Gare du Nord e o aeroporto de Orly situado uns bons quilómetros a Sul faz-se em pouco mais de meia hora em transportes publicos, bem indicados num mapa fornecido gratuitamente com todas as redes de tranportes existentes na cidade (linhas de metro são só 14, mais os comboios suburbanos, os autocarros e os eléctricos), nota uma certa diferença, e não só no preço que em Paris se fica pelos 1,07€, se comprados em blocos de 10 unidades.

Depois de toda esta verborreia falta ainda dizer que fiquei quase uma hora à espera da bagagem, e que a meio da espera, e sem qualquer aviso aos passageiros, o tapete rolante onde as malas seriam depositadas foi alterado. Felizmente foi só para um outro logo alí ao lado.

2006-05-06















Uma parte da Baixa da Banheira vista do céu.

A peregrinação das nossas gentes!

Esta manhã deparei ao longo da estrada que liga o Pinhal Novo ao Montijo (não sei qual a nacional) com muitos caminhantes. Fiquei surpreso ao ver gentes de idades tão diversas a caminharem juntos. Encostei o carro e perguntei-lhes qual era a volta, responderam-me que iam para Fátima. Fiquei admirado, pois tinha a ideia que este ritual era mais visto a norte. Olhei para o relógio e verifiquei que faltavam 7 dias para o 13 de Maio. Questionei-lhes ainda onde iam pernoitar hoje, responderam, que iam almoçar a Alcochete e lá pernoitariam alguns. Terei-lhes algumas fotos das quais esta foi a eleita para o post. O primeiro grupo saíu de Setúbal às 4 da manhã ao qual se foram juntando outros ao longo do caminho. Mais á frente na rotunda onde se junta esta estrada com a que vem da Moita, vinham outros grupos. Ao encontrarem-se sorriram e comprimentaram-se, depois, seguiram o caminho comum que os unia. Desejei-lhes Boa Viagem, e que a senhora os acompanhasse!
A respeito das nacionalizações na Bolívia

"Nacionalizar a indústria petrolífera deveria ser a doutrina de qualquer movimento político progressista. A evidência do envolvimento da indústria na invasão do Iraque, assim como sua óbvia cumplicidade na corrupção do sistema político deveria proporcionar a prova exaustiva de que os gigantes do petróleo são um perigo claro e presente para a democracia e precisam ser colocados sob o controle do estado." Mike Whitney , fergiewhitney@msn.com

A respeito do ataque do governo socialista aos direitos dos desempregados

"Margarida Antunes (MA) , na sua tese de doutoramento com o titulo "O desemprego na politica económica", depois de analisar as várias teorias económicas e estudos empíricos sobre o mercado de trabalho e o desemprego refere-se a um estudo sobre Portugal realizado por Leonor Modesto, em que esta autora concluiu que "as alterações verificadas em 1989 no regime do subsidio de desemprego não parecem ter deteriorado nem a curva de Beveridge nem a eficiência de ajustamento do mercado de trabalho" (pág. 196). E a mesma MA escrevia: "A partir de 1989, as condições de elegibilidade para a obtenção do subsidio tornaram-se menos restritivas, o período de protecção garantida foi alargado e o período de concessão passou a ser determinado em função da idade do desempregado… No entanto, o sistema de subsidio de desemprego, em Portugal, continua a ser pouco generoso quando comparado com os demais países da União Europeia" (pág. 195). Em relação àqueles que defendem que "quanto menor for a duração do subsidio de desemprego, maior é a intensidade da procura", Margarida Antunes citava Atksinson e Micklewright que "criticavam a simplificação subjacente a tais modelos". Segundo estes autores, pelo contrário a maior duração do subsidio desemprego "pode atenuar o fluxo do desemprego para a inactividade e reforçar o fluxo em sentido contrário" (pág. 52).; por outras palavras, a redução do período durante o qual o desempregado tem direito a receber o subsidio de desemprego, como defende o governo, poderá determinar a exclusão definitiva mais rápida do mercado de trabalho para muitos desempregados." Eugénio Rosa

Enfim, é preciso é pensar, só isso.

2006-05-04



Meninos do rio

Achei esta foto na web!
resolvi publica-la no banheirense, porque para muitos de nós, esta escultura remete-nos para a nossa infância vivida no rio.

2006-05-03


Recordações


Lembram-se, não era muito dinheiro, mas era bem mais bonito que o euro.


Descubra os ritos e os mitos da terra!

No próximo dia 6 de Maio (sábado), o grupo de teatro "O Bando" sediado em Vale de Barris, Palmela, vai organizar uma actividade relacionada com o nascimento da terra. Através duma caminhada chamada "Terra" que tem ínicio às 16h00, o grupo, guiar-nos-á num percurso de descoberta da importância dos ritos e mitos da terra nas culturas do mundo.
O preço da actividade é de 10€ por pessoa com lanche incluido.

Para mais informações e reservas: 21 233 68 50
site: http://www.obando.pt

2006-05-02

2006-05-01


1º de Maio - Dia do Trabalhador

A 1 de Maio de 1886, trabalhadores, aos milhares, manifestaram-se nas ruas de Chicago, nos Estados Unidos da América, como em muitas outras cidades americanas. Exigiam um horário de trabalho de oito horas diárias. No dia 4 de Maio, numa manifestação com o mesmo intuito, ouviu-se uma explosão, a que se seguiu uma repressão brutal, feita pelas forças de segurança, bem como pelos gangs ao serviço dos patrões, o que originou mais de 100 mortes e várias dezenas de operários presos. Deu-se no nome de mártires de Chicago a este acontecimento, a esta jornada de luta. Em Portugal, só em Maio de 1996, ou seja 110 anos depois, é que se aprovou a lei da semana de 40 horas de trabalho, só 110 anos depois! Hoje este horário, ou jornada de trabalho semanal, é questionado. Não tem sentido. Viva o 1º de Maio.