blog de encontro onde se discute a Baixa da Banheira, sem falsas isenções, porque só é isento quem não tem opinião
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2009-07-08
2009-02-01
Ontem tive a oportunidade, e o prazer, de ouvir o António Pinho Vargas e o seu piano no Fórum Cultural José Manuel Figueiredo. Infelizmente não é esse o motivo principal deste meu post, mas sim uma das pequenas intervenções com que foi intercalando a sua música: “Ao vir para cá, e apesar de me dizerem que vinha para a Moita, pareceu-me que estávamos a caminhar em direcção à Baixa da Banheira. Os que aqui estão presentes saberão perfeitamente onde estão.” As palavras terão sido mais ou menos, mas não fogem ao sentido, o mesmo sentido que Jorge Silva Melo quis imprimir às suas quando afirmou que “Gostava que me tivessem dito que isto ficava na Baixa da Banheira, escusava de ter ido dar a volta até à Moita. É que já estive na Baixa da Banheira algumas vezes e sei bem onde fica.”...
É evidente que não é uma distracção mas uma teimosia sem sentido de quem não percebe que, tal como o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo é mesmo na Baixa da Banheira, o Moinho de Maré de Alhos Vedros é mesmo em Alhos Vedros, ou que a Capela de Nossa Senhora do Rosário é mesmo no Rosário e que o Campo Municipal de Futebol é mesmo no Vale da Amoreira, é um prazer visitar na Moita, agora sim, a Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, a mesma Moita, Sede de Concelho, onde a 4 de Outubro de 1910 se hasteou a bandeira da República Portuguesa.
E repito o que aqui escrevi, já lá vão quase 3 anos: Acredito que a promoção do Concelho da Moita no exterior só tem a ganhar com a multiplicidade de espaços e culturas, e num concelho heterogéneo como o nosso, esta visão toma ainda mais acerto.
É evidente que não é uma distracção mas uma teimosia sem sentido de quem não percebe que, tal como o Fórum Cultural José Manuel Figueiredo é mesmo na Baixa da Banheira, o Moinho de Maré de Alhos Vedros é mesmo em Alhos Vedros, ou que a Capela de Nossa Senhora do Rosário é mesmo no Rosário e que o Campo Municipal de Futebol é mesmo no Vale da Amoreira, é um prazer visitar na Moita, agora sim, a Biblioteca Municipal Bento de Jesus Caraça, a mesma Moita, Sede de Concelho, onde a 4 de Outubro de 1910 se hasteou a bandeira da República Portuguesa.
E repito o que aqui escrevi, já lá vão quase 3 anos: Acredito que a promoção do Concelho da Moita no exterior só tem a ganhar com a multiplicidade de espaços e culturas, e num concelho heterogéneo como o nosso, esta visão toma ainda mais acerto.
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2009-01-19
2009-01-13
2008-07-16
É sempre bom encontrar banheirenses as subir ao palco do fórum. Esta sexta vou tentar encontrar a Catarina por lá.
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2008-05-03
2008-04-23
2008-02-26
2007-11-24
2007-10-16
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Sou pouco dado a estas homenagens em datas mais ou menos simbólicas mas, ao menos hoje, o Adriano é recordado.
2007-04-16

Há uns 15, talvez 20 anos, acompanhava a cena musical local com alguma intensidade, conhecia músicos, ia assistir a alguns ensaios, não falhava um concerto. A onda sonora espalhava-se essencialmente pelo rock e hard rock e os mais conhecidos foram os Ibéria, que chegaram a gravar LP's e fizeram um teledisco. Existiam outros como os Arabian Penthouse, ou os meus favoritos (e não só porque eram amigos) Malucos p'ra Troca. Os anos passaram e eu fui-me afastando, assim como a quase totalidade dos músicos com quem me relacionava.
Na tarde deste ultimo domingo fui assistir a um concerto hip-hop no Parque Zeca Afonso, e com alguma nostalgia notei que "music box's" e "dj's" substituiram as guitarras e baterias e os "mc's" declamam enquanto os vocalistas cantavam. Mas a nostalgia acaba aqui. Enquanto dantes, nas pequenas bandas mal se sabia tocar quitarra, agora a tecnologia e a técnica estão dominadas, e coisa dantes rara, mudaram-se da garagem para o estúdio. é certo que agora um computador faz quase tudo, poucos sabem o que é um acorde, e provavelmente nem precisam.
Arrisco-me também a dizer que, apesar de não saberam ler ou escrever música, a sua cultura musical é agora maior. Conhecem mais do género que praticam e fora dele, o que conduz aos inevitáveis cruzamentos. Em contrapartida a originalidade é menor, estes conhecem mais e imitam, os outros não conheciam e inventavam.
As letras dependem sempre de quem as escreve, a sua qualidade é independente do tempo em que são escritas ou dos géneros em que se inserem, e essa foi a minha maior surpresa. Há por aí muita qualidade à solta...
2007-04-07
Em Março e Abril de 1985, o Departamento de Música Popular da Westdeutscher Rundfunk de Colónia (Alemanha), uma instituição pública sem fins comerciais, que incluía na sua programação semanal cerca de 12 horas dedicadas a música étnica de todo o mundo, apoiou uma missão de recolha de música portuguesa em Trás os Montes e em Lisboa (incluíndo assim alguns grupos de música popular urbana e de emigrantes aqui residentes). O objectivo era gravar música e músicos que não tinham acesso a gravações de editoras comerciais para a realização de programas semanais de cerca de 50 minutos dedicados à música popular que se faz em Portugal.
A direcção científica do projecto foi assegurada por Domingos Morais, que selecionou as situações a documentar e a preparação das sessões de gravação com os participantes. Walburga Manemmann, da WDR de Köln, responsável pela programação daquela estação de rádio alemã, acompanhou a equipa técnica (que pela primeira vez gravou música popular portuguesa em suporte digital) e realizou posteriormente uma série de programas sobre Portugal. Uma cópia das gravações efectuadas foi oferecida ao Centro de Estudos de Etnologia, para consulta e divulgação, desde que sem fins comerciais.
Esta recolha passou pela Baixa da Banheira, e da qual destaco
A direcção científica do projecto foi assegurada por Domingos Morais, que selecionou as situações a documentar e a preparação das sessões de gravação com os participantes. Walburga Manemmann, da WDR de Köln, responsável pela programação daquela estação de rádio alemã, acompanhou a equipa técnica (que pela primeira vez gravou música popular portuguesa em suporte digital) e realizou posteriormente uma série de programas sobre Portugal. Uma cópia das gravações efectuadas foi oferecida ao Centro de Estudos de Etnologia, para consulta e divulgação, desde que sem fins comerciais.
Esta recolha passou pela Baixa da Banheira, e da qual destaco
Eu despedi-me a chorar (2:53)
do Grupo Coral Alentejano da Baixa da Banheira
2007-03-02
2007-03-01
Confesso que estou curioso para ver como resultam ao vivo as canções do Rodrigo Leão, desde os tempos dos Sétima, passando pelos Madredeus, até aos últimos discos em nome próprio. Amanhã se verá.
2007-02-12
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