2010-10-31

Uma homenagem ao entendimento dos homens
Depois de anos de desacerto orçamental, eis que os homens finalmente se juntaram (agora é que foi a sério), para salvarem o país dos seus próprios erros. Finalmente perceberam o pensamento intrigante do grande filósofo português quando este dizia "prognósticos só no fim do jogo".
O banheirense, mesmo com seus "parcos" recursos, resolveu aderir à grande onda de euforia que atravessa o mercado internacional e contratou um grande talento internacional das palmas, tentando desta forma, convencer o mercado internacional de que os bancos portugueses têm bons fiadores, nós.


2010-10-30

2010-10-29

Por uma questão de segurança!

Por mais e melhor segurança nas Freguesias de Vale da Amoreira e Baixa da Banheira!

Há mais de 20 anos que a população, forças vivas e autarquias locais, reivindicam mais e melhor segurança para as Freguesias de Vale da Amoreira e Baixa da Banheira. A reivindicação, antiga e ao mesmo tempo infelizmente actual, porque o poder central pouco ou nada fez, consiste na construção de novas instalações para as forças de segurança, em terreno disponibilizado pelo município e um número de agentes das forças de segurança adequado à realidade social e demográfica e ao bom cumprimento da sua missão.
Durante estes 20 anos foram tomadas várias posições pelas autarquias locais e, porque devemos dizê-lo, pelo Partido Comunista Português. Desde comunicados, petições, requerimentos, intervenções em Assembleias, ofícios às entidades competentes, reuniões e, até uma série infindável de propostas a considerar em sede de PIDDAC, tudo foi feito. Os resultados estão à vista. Nem novas instalações, nem número adequado de efectivos!
É pertinente referir também e mais amiúde, alguns pormenores que devem ser do conhecimento do cidadão interessado. O Partido Comunista Português tem proposto em PIDDAC (Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) a construção da nova esquadra da PSP. A votação final destas propostas é interessante e mostra claramente quem está ao lado de quem! No geral PS vota contra. PSD e CDS ora votam contra quando são governo ou, por vezes, em oposição, votam a favor.
O melhor exemplo diz respeito ao ano de 2004. Depois da população da Freguesia de Vale da Amoreira ter feito uma petição à Assembleia da República, onde recolheram alguns milhares de assinaturas e de esta ter esperado cerca de cinco anos para ser levada a plenário; Depois de várias votações em sede de PIDDAC, vários anos consecutivos, onde PS votou contra e PSD e CDS votaram a favor, com a abstenção do BE; Depois de várias campanhas eleitorais onde PSD e CDS elegeram a segurança como uma bandeira; Em 2004 assistimos a um desfecho improvável. Com PSD e CDS no governo, a votação sobre este assunto em sede de PIDDAC é intrigante! PSD e CDS penalizaram a população mais uma vez, não cumprindo o que prometeram em campanha eleitoral, faltando mais uma vez à verdade! Apesar de uma quase unanimidade local no que diz respeito a esta matéria, os vários partidos políticos na Assembleia da República comportam-se de formas bem distintas. O PCP, sempre coerente na defesa do interesse das populações assume o voto favorável em concordância com a sua proposta, outros ignoram-no e os restantes votam contra!
Dando cumprimento ao que sempre assumimos de forma coerente e em defesa desta justa reivindicação, a CDU apresentou nas últimas Assembleias de Freguesia de Vale da Amoreira e Baixa da Banheira mais uma vez, uma Moção onde reivindicava a construção das novas instalações das forças de segurança e um número de efectivos adequados à realidade social e demográfica. Esta Moção foi recebida por unanimidade por todas as forças políticas e daí resultou uma recomendação às Freguesias para a elaboração de uma Petição à Assembleia da República reivindicando, mais uma vez, a construção das novas instalações das forças de segurança e um número de efectivos adequados à realidade social e demográfica.
A Petição está em marcha e já foram recolhidas algumas centenas de assinaturas. O objectivo é recolher mais de 4 000 assinaturas para que estas justas reivindicações sejam discutidas em plenário na Assembleia da República.
A luta é de todos e todos devem contribuir para o seu bom resultado.
Contamos consigo!


Nuno Cavaco
Membro da Direcção de Organização Regional de Setúbal do PCP
O que é que o Vara (do Tribunal) tem?

O que é que o Vara tem?
tem gravata de seda tem (tem)
tem punhos de ouro tem (tem)
uma calça engomada tem (tem)
tem dinheiro no banco tem (tem)
tem reforma de ouro tem (tem)
rede de contactos tem (tem)
E tem muito gosto por peixe tem (tem)
tem uma canastra enfeitada tem (tem)
E tem de graça como ninguém...!

O que é que o Vara tem? (bis)
Como ele se vira bem...!
O que é que o Vara tem? (bis)
Quando você tropeçar não caia
em cima de mim (tris)
O que é que o Vara tem?
Mas o que é que o Vara tem?
O que é que o Vara tem?
Tem anos de faculdade tem (tem?)
Tem um cartão do PS tem (ah!)
Reforma de Ouro tem (que bom!)
Tem pinta de vender carro tem (tem)
Tem rede de contactos tem (e que mais?)
contrato em Angola tem (tem)
Tem nova acusação tem (tem)
no caso Face Oculta tem
Só vai na Boa-Hora quem tem...
O que é que o Vara tem? (bis)
Só vai na Boa-Hora quem tem...
O que é que o Vara tem? (bis)
Uma rede de contactos, uma pinta assim
Ai, quem não tem acusação agora
não vai na Boa-Hora
Ôi, quem tem contactos em boa hora
Não vai na Boa-Hora
Ôi, não vai na Boa-Hora (6 vezes)

2010-10-18

Uma política que respeita o cidadão (contribuinte)
Este é um "pequeno" bom exemplo de como a política devia ser encarada pela "nossa" classe política. No "nosso" país, um exemplo destes é visto como mera propaganda populista, sem grande impacto na nossa economia. Na Suécia é um principio de respeito pelo dinheiro dos contribuintes e representa um verdadeiro Sentido de Estado. Uma Política destas no "nosso" país, com certeza daria para poupar muito dinheiro que serviria para investir onde realmente faz falta: Saúde, Educação, Justiça…

2010-10-08

Como faria bem à nossa!
Nestes tempos que correm, onde a palavra Crise ganha cada vez mais adeptos, veio-me à memória o tempo em existiam hortas onde hoje temos o nosso parque Zeca Afonso. Nesse tempo existia também a Crise (que é uma identidade nacional) embora fosse encapotada pelo dinheiro da então CEE. Lembrei-me das hortas não só porque eram, na visão da altura, bastante úteis para a economia de muitas famílias locais, como também eram um espaço de convívio e trocas de saber entre os vários horticultores. Hoje existem estudos sobre o proveito económico, sociologico, e ambiental que as hortas urbanas podem ter nas diversas comunidades.