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2007-06-01

Após uma troca de impressões com o Carlos Brocas "dono do berbequim", juntaram-se à discussão todos os amigos democratas. Até o nosso artista Luís Guerreiro me sugeriu que eu abandonasse o concelho porque eu em tempo lhe disse o mesmo, só que na altura em que eu o fiz o Luis tinham manifestado algum desgosto por viver onde vive ao que me pareceu que era a atitude correcta uma vez que este concelho é pequeno demais para a arte do talentoso Luís Guerreiro. No entanto ele ao sugerir a minha deslocação física para fora do concelho não a justifica, deixa no ar, e deixar no ar é ir por caminhos que eu não entendo, aliás utiliza a palavra "aviso" e eu não lhe reconheço caracteristicas para me avisar. Eu aconselho, ele avisa. Depois vieram os democratas todos dar a sua opinião o que prova a vitalidade desta blogosfera, mas opiniões valem o que valem e quando são dadas com entradas de ar e pontos de exclamação não são de considerar.

É assim, eu gosto do concelho, gosto da minha freguesia, faço o melhor que posso por ela e pelo concelho. Se não gostam do concelho e da freguesia estão no seu direito, se não gostam de mim no seu direito estão mas não me avisem, não aceito avisos desses.

Quanto ao Sr. Mário da Silva, aquele democrata que numa discussão comigo afirmou que me dava um pontapé e me punha na casota do cão, eu apenas escrevi que este senhor estava no seu melhor, e ele reafirmou que eu era parvo e tinha falta de sentido de humor. Se calhar tenho, daquele humor da casota do cão ou do pontapé. Estou como o Carlos Humberto, pessoalmente não faço política assim. Aliás o próprio Carlos Brocas insinou quando escreveu o texto que iriam aparecer mil e um anónimos a comentar e não apareceram (claro que está, relacionados comigo), apenas apareceram estes amigos democratas a "conversarem" amenamente comigo, coisa que aprecio e que me dá um certo gozo, admito.

Quanto ao Carlos Brocas, que conheço e respeito, acho que desta vez me faltou ao respeito até porque entendo que tendo o direito de manifestar a sua opinião, perde a razão quando entra pelo caminho em que entrou. Eu escrevi que o que tinha lido e que tinha sido escrito por ele era uma idiotice e ele escreveu que eu era parvo. Ora eu nunca lhe chamei idiota apenas acho que aquela opinião não tem fundamento, ao mesmo tempo que considero que outras opiniões do Carlos têm a sua pertinência mas não posso aceitar que uma pessoa com que falo com respeito me chame parvo, isso não.

Por último, um dos argumentos utilizados por alguns bloguistas para justificar a não revelação da sua identidade era o medo de represálias, isto não aconteceu com o Carlos e nem acontece com ninguém, pelo menos da minha parte ao que me parece deveriam abandonar essas justificações que não têm sentido e fazem cair sobre os ombros de gente séria uma adjectivação que não corresponde à realidade.


Fica o esclarecimento neste Dia da Criança.