2009-05-29

2009-05-23





Hoje mais de 85 000 pessoas estiveram juntas com o objectivo de lutar por um Portugal Melhor. Hoje a CDU fez o que mais nenhuma outra força política conseguiria fazer. Hoje é um grande dia. Um dia que lembraremos muitos e muitos dias.

Outro rumo, outra política. Uma política ao serviço do povo e dos trabalhadores. Uma política de esquerda, nacionalista e defensora do interesse nacional.

No dia 7 de Junho na grande sondagem nacional o destino estará nas nossas mãos. No dia 7 de Junho, nas eleições europeias, devemos recordar de que muito do que aqui se faz é decido no parlamento europeu e que alguns, que hoje se arrogam em defensores do povo e dos trabalhadores, lá onde conta, aprovam algumas propostas que não nos defendem.

Fica a confiança e a determinação de mudar, mas mudar para melhor e por isso com a CDU!

2009-05-20

Também concordo com o Rui Garcia: as colectividades na Baixa da Banheira, o Chinquilho em particular por ser uma das mais antigas, confundem-se com a história da própria vila. “Foram homens que, juntando forças com outros homens, com outros amigos, juntaram vontades, tiveram criatividade, e construíram estas casas ao mesmo tempo que construíam a Baixa da Banheira”, disse. “Nas colectividades aprende-se a formação cívica e democrática, a participação, o trabalho voluntário, que são valores que fizeram esta terra e fizeram estas casas”


E com o Chinquilho, esta história partilhada já decorre há 60 anos.
A Comissão de Festas Populares da Baixa da Banheira promovem um «Concurso de Fotografia Antiga», tendo como tema «Nas nossas festas de 1959/2009 – Festas da Baixa da Banheira». As fotos vão ser a motivação para uma exposição que será realizada no decorrer das Festas Populares da Baixa da Banheira, que este ano comemoram o seu 50º aniversário.

A Comissão de Festas Populares da Baixa da Banheira convida todos os banheirenses para que «destapem o baú das suas recordações» e partilhem as suas fotos antigas. As fotos vão ser a motivação para uma exposição que será realizada no decorrer das Festas Populares da Baixa da Banheira, que este ano comemoram o seu 50º aniversário.

Pode contactar a Comissão de Festas Populares da Baixa da Banheira na Rua José Vicente, nº 10, na Baixa da Banheiera, ou pelo e-mail : festaspopularesbb@gmail.com

De referir que às três melhores fotos apresentadas serão oferecidos jantares, assim como lembranças a todos os participantes.

via Rostos On-Line
O Rostos On-Line apresenta-nos uma conversa com João José da Silva sobre o seu/nosso Núcleo Museológico.
BxB-Interface - Plataforma Comunitária Virtual da Baixa da Banheira
“Um elo de comunicar a cultura e identidade da freguesia”

2009-05-04



Workshop
PREPARANDO AS VISITAÇÕES DA ORDEM DE SANTIAGO

Data: 6 de Maio, 21:00h
Local: Moínho de Maré – Largo do Descarregador em Alhos Vedros
Organização: Alius Vetus - Associação Cultural História e Património
Entrada: livre e aberta a todos

Enquadramento
Vem aí mais um evento de recriação histórica em torno da “feira medieval”, onde se pretende evocar anualmente acontecimentos que tenham marcado a história local ou regional. Em 2008 foi escolhido o tema da decisão histórica tomada por D. João I em Alhos Vedros, de partir para a conquista de Ceuta, dando assim início à epopeia dos Descobrimentos. Em 2009 pretende-se recordar as VISITAÇÕES da ORDEM de SANTIAGO, tema que constitui também um bom pretexto para divulgar o património de Alhos Vedros.

Objectivos
Com este encontro, que decorrerá em formato coloquial de workshop, pretende-se conhecer melhor os que eram as Visitações e criar condições para extrair dos dados históricos elementos que permitam colocar a história local de novo na rua, tornando-a cada vez mais objecto de interesse popular.


PROGRAMA

21:00h
Introdução e moderação: Paula Silva (Pres. Mesa Assembleia Geral)

Apresentação do Programa da feira: Vítor Cabral (Presidente da Direcção)

Introdução à Ordem de Santiago e Visitações
Prof. Doutor António Ventura, investigador em História Local e Regional

Visitações a Alhos Vedros – A visitação que fez D. Jorge, filho d'El Rei D. João II
Victor Manuel Dias da Silva, autor do livro As Visitações da Ordem de Santiago, as Igrejas e Ermidas, Capelas e Confrarias do Concelho de Alhos Vedros e do Concelho da Moita, Edição do próprio, 2008.

Da investigação em história à recriação didáctica
Representante do Serviço Educativo do Museu da Câmara Municipal de Palmela (a confirmar)

Debate

23:00h Encerramento




Sugiro algumas leituras para melhor apreciação do chamado incidente Vital Moreira:

tempo das cerejas

salvo conduto

José Maria Martins

Kantoxipim

2009-05-02

Ponto primeiro: não gostei do que vi hoje no 1º de Maio.


Ponto segundo: as posições de Vital Moreira sobre a acção da CGTP são conhecidas, e as opiniões do PS sobre o sindicalismo, para quem tivesse dúvidas, ficam explícitas num famoso anúncio.

O PS e Vital Moreira lançaram o isco e houve que o mordesse. Com as eleições à porta, a campanha de vitimização do PS deu mais um passo, desta vez de baterias apontadas ao PCP, e com isto se perderão mais uns dias em que a atenção estará desviada da política e da acção deste Governo.

Claro que fui um dos muitos que, ao se aperceberem de que ali estava, despudoradamente, uma comitiva do PS com as suas “figuras de cartaz” para as próximas eleições europeias, os vaiou ruidosamente. Mas as ofensas ficam para quem as lança, e quem ali estava a ofender o protesto dos trabalhadores era a comitiva do PS.

2009-05-01





Sejamos sérios!

Hoje no 1º de Maio assisti de longe aos incidentes. Vital Moreira passeou o seu cinismo pelos manifestantes. Vital Moreira sabia ao que ia e também sabia o que podia trazer. Até o discurso já tinha sido ensaiado. Discurso alusivo a Mário Soares e de todo discordante do que pensava na altura. A conferência de imprensa do Partido Socialista também não foi inocente e Vitalino Canas tentou a todo o custo colar com cuspo alguns votos do Partido Comunista ao Partido Socialista, mas não conseguiu e nem consegue. No 1º de Maio estão sempre muitas pessoas. Na CGTP também.

Factos concretos, algumas coisas que Vital Moreira tem escrito no causa nossa:

Código do Trabalho (3)
Que pretexto é que a CGTP invocará desta vez para rejeitar qualquer compromisso na revisão do Código do Trabalho, apesar das indesmentíveis vantagens que ela traz para os trabalhadores, sobretudo os mais desprotegidos?
Aditamento
Afinal não é necessário pretexto nenhum. O PCP já estabeleceu a "linha justa" --, a da rejeição liminar, obviamente!
Domingo, 17 de Fevereiro de 2008

Intersindical
A recusa de adesão à Confederação Sindical Internacional e a hostilidade em relação à UE mostram que a CGTP continua sob controlo absoluto do PCP.
Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

"Correia de transmissão"

Se há questões em que a CGTP não passa de uma duplicata do PCP, entre elas conta-se à cabeça a oposição à UE, mesmo quando é evidente que a central sindical põe a obediência partidária à frente da verdade e da objectividade.
Acusar o Tratado de Lisboa de "falta de dimensão social" e de "desvalorizar o diálogo social" é pura e simplesmente destituído de fundamento. Pelo contrário, como mostrei aqui, o novo tratado constitui um considerável reforço da dimensão social da UE, incluindo a institucionalização do diálogo social.
Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007



Antologia da imaginação política

«Tratado [Europeu] vai implicar perda de direitos sociais, diz CGTP».
Que mais dislates iremos ouvir sobre o Tratado?!
Quarta-feira, 30 de Maio de 2007

Greve (2)
A CGTP faz mal em anunciar grandes números de adesão à greve em actividades que mal foram perturbados por ela (por exemplo, os transportes ferroviários). Pois de duas, uma: ou os números são imaginários, ou a greve provou que essas actividade funcionam perfeitamente com muito menos trabalhadores...
Greve
Uma greve falhada é sempre uma derrota sindical. Tanto maior, quanto maiores eram os objectivos. Manifestamente, a CGTP avaliou mal as condições objectivas e subjectivas da "greve geral". Pagou caro o seu voluntarismo.
Terça-feira, 29 de Maio de 2007

Diz que é uma espécie de ditadura
A crer em alguns comentadores nos últimos tempos, a liberdade de expressão está seriamente ameaçada entre nós. Outros, mais generalistas, falam mesmo num clima de opressão das liberdades públicas, em geral. Mais focado, o secretário-geral da CGTP afirma que «não há liberdade sindical em Portugal». Na televisão, feirantes apanhados a vender contrafacções gritam contra a repressão da liberdade de comerciar. Os donos das universidades compulsivamente encerradas denunciam veementemente a violação da liberdade de ensino. Todos os dias, os neoliberais proclamam que o intervencionismo do Estado asfixia a liberdade individual.
Decididamente, sem nos apercebermos, devemos estar a caminho da ditadura...
Sexta-feira, 8 de Setembro de 2006

O que resta
Num artigo de hoje no Público, Domingos Lopes defende a hipótese de Carvalho da Silva, o prestigiado secretário-geral da CGTP, para a liderança do PCP. Ainda há quem prefira alimentar ilusões de "aggiornamento" na Soeiro Pereira Gomes! Quando nada mais resta...
Domingo, 17 de Outubro de 2004

E a última que demonstra todo o democrata e independente que existe em Vital Moreira

Coligação negativa
Sem surpresa, o PCP aliou-se à direita para aprovar uma moção de censura da direita contra o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, António Costa.
Quem duvida que sucederia o mesmo na Assembleia da República, para derrubar um Governo do PS, caso o PCP e o PSD fizessem maioria? E, depois de derrubado ao Governo, formariam um governo de coligação "vodka com laranja"?
Segunda-feira, 9 de Março de 2009

GRANDE DEMOCRATA, NADA PROVOCADOR E ATÉ RESPEITADOR.