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2009-04-22

A pedido da instituição divulgamos esta nota de imprensa

NOTA Á COMUNICAÇÃO SOCIAL



JUNTA DE FREGUESIA DE COINA RETIRA PROPAGANDA DA CPPME

A CPPME foi surpreendida com a retirada de propaganda referente à acção de protesto de Micro, Pequenos e Médios Empresários (MPME´s), junto à residência oficial do Primeiro-Ministro, no próximo dia 23 de Abril, pelas 15h.30. Tal aconteceu na rotunda de Coina, no Concelho do Barreiro, mandada retirar pela Junta de Freguesia de Coina.

A CPPME reagiu de imediato, exigindo que esta Junta de Freguesia proceda, à sua reposição, em tempo útil, findo o qual agirá em conformidade com a Lei.

É lamentável e inadmissível que a poucos dias das comemorações dos 35 anos do 25 de Abril que instaurou a Democracia em Portugal, esta arrogância e prepotência de um Presidente de Junta de Freguesia, abuse do poder democrático para violar os mais elementares direitos de informação e propaganda consagrados na Constituição da República Portuguesa.

Lamentamos, ainda, que uma autarquia que deve estar ao serviço da sua população, da qual os MPME’s são parte integrante, vejam assim as suas reivindicações e protestos silenciados por quem legitimado pelo voto, os devia defender e ser solidário.

2009-02-18

O valor do voto

Em Democracia o povo é quem mais ordena. As eleições assumem-se como o acto solene e soberano de um povo que escolhe o seu caminho, que escolhe os seus representantes/governantes e consequentemente escolhe o seu futuro. No ano de 2009 vamos participar em três actos eleitorais, as europeias, legislativas e as autárquicas. Numa altura em que assistimos ao agravar da Crise do Sistema Capitalista, onde milhões de pessoas ficam sem emprego, onde milhões de pessoas não têm apoios, onde milhares de empresas encerram, estas eleições assumem-se como fundamentais para o nosso povo e para o interesse nacional. As políticas e o rumo seguido não têm dado bom resultado. Os portugueses viram os seus direitos e o seu poder de compra diminuir e os serviços públicos a encerrar.
É pois em ano de eleições que se devem prestar contas, de se apresentar o que se fez e explicar porque assim foi, de enunciar o que não se fez e referir o porquê. É o mínimo que o respeito impõe e é o mínimo que os representantes de alguém devem fazer. A CDU no Concelho da Moita encontra-se a prestar contas à população, quer nas ruas, quer em salas do nosso concelho, mostrando o que fizemos, explicando o que não fizemos e lançando as bases para o futuro, dando atenção a temas tão diversos como o trabalho desenvolvido nas autarquias, movimento associativo e à defesa do património e valorização das tradições. Assumimos as nossas responsabilidades como sempre o fizemos e recusamos baixar os braços e levantar a bandeira da inevitabilidade, a isso respondemos com confiança e luta por uma vida melhor. Acreditamos ser possível um futuro onde ninguém deixe de aprender ou de ter acesso à saúde por não ter dinheiro, confiamos e lutamos por um futuro onde um trabalhador que viva do fruto do seu trabalho não viva no limiar da pobreza, temos a certeza que um dia Portugal vai vencer os deficits crónicos que os sucessivos governos PS, PSD, com ou sem CDS-PP, criaram, onde se produza, onde se valorize o aparelho produtivo, onde se valorize o trabalho. Esta é a nossa força e aí reside a nossa confiança.
Para o ano de 2009, um ano em que o nosso Primeiro-Ministro fala em investimento público para combater a crise, o governo do partido socialista reduziu em quase 90% o investimento previsto a nível do Plano de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC) para o Concelho da Moita, seguindo o mesmo caminho de anos anteriores, ao mesmo tempo e, por pura coincidência, para o nosso concelho vizinho, o Montijo, este investimento previsto aumenta cinco vezes. Por esta decisão/votação teremos mais uma vez adiados investimentos importantes e necessários ao desenvolvimento do nosso concelho, ao nível da saúde, da educação, da segurança e do movimento associativo.
Em Democracia exige-se clareza e equidade, exige-se respeito e responsabilidade. A título de exemplo refiro a fiscalização constitucional do Código do Trabalho. Na oposição, o PS, considerava o Código do Trabalho do PSD-CDS/PP um retrocesso, uma malfeitoria, agora como governo não cumpriu mais uma vez o prometido, a alteração dos aspectos negativos do Código de Trabalho, e ainda o piorou, ao arrepio das promessas eleitorais. Para esta fiscalização, que deveria ser também promovida pelo nosso Presidente da República, é necessário que 10% dos deputados a aprovem. O PCP, que continua na luta contra este Código do Trabalho, necessita de solicitar a outros deputados, de outras bancadas, que dêem o seu aval, até 23 deputados manifestarem a sua concordância, correndo o risco de não se chegar a esta meta. Como se costuma dizer, por um voto se ganha e por um voto se perde, e desta situação percebemos bem o que é o voto útil. São nestes exemplos que se percebe o poder de um só voto. Por isso, quando votar pense nisso, quando votar pense em si!

Nuno Cavaco
Membro da DORS do PCP

2008-05-01

2007-09-21

2007-07-29

2007-05-29

Cumpre o seu horário com o rigor possível de quem tem duas crianças em casa e utiliza exclusivamente transportes públicos. Não é um funcionário exemplar, é um bom funcionário em quem se pode confiar. Desde que este governo iniciou funções passou a pagar mais impostos, a gastar mais em saúde, viu a reforma fugir-lhe uns anos e diminuir em valor. M nunca fez greve, mas desta vez distribui panfletos dos sindicatos pelos colegas e fala da necessidade em que a greve seja um sucesso “para que eles vejam que não podem brincar connosco”. M nunca acreditou que o trabalho libertasse alguém, mas sempre valorizou o seu trabalho e sempre o desempenhou com orgulho. Nunca quis saber “das coisas dos partidos e da politica”, porque “pensava que ia dar tudo ao mesmo”.

Agora, já em cima dos 50, M descobriu a importância da luta de classes.

2007-04-05

Como aqui se demonstra, o insulto é sinal de falta de inteligência...

2007-04-02

Não podendo, nem querendo, controlar quem nos visita, resta-me esperar que quem aqui entra se saiba comportar.

E já agora, sem deixar de ser intolerante para com o fascismo, parece-me que a pior maneira de o combater é o insulto. Uma ideologia que promove o ódio não necessita de insultos. Insulta-se a si própria.

2007-03-29







A polémica em redor do PNR começa quando este partido foi reconhecido. Partido que até tem tempos de antena e que organiza manifestações a favor das suas causas que são anti-constituicionais. Mais uma vez a sociedade portuguesa falhou e pede agora responsabilidade aos políticos e às instituições, colocando-as em causa. Não pode ser, todos somos responsáveis pela situação.



Como escreveu Brecht:


Primeiro levaram os comunistas / Mas não me importei com isso / Eu não era comunista / Em seguida levaram alguns operários / Mas não me importei com isso / Eu também não era operário / Depois prenderam os sindicalistas / Mas não me importei com isso / Porque eu não sou sindicalista / Depois agarraram uns sacerdotes / Mas como não sou religioso / Também não me importei / Agora estão me a levar a mim / Mas já é tarde.


A sociedade é responsável e não apenas alguns. Tu és responsável, eu sou responsável, todos somos responsáveis.


Hoje mais do que nunca importa lutar pelos valores de Abril o que significa não tolerar estas acções. Portugal é um país de migrantes de (e) e (i), somos uma mistura de raças e culturas o que muito contribuiu para o nosso desenvolvimento. Num país como Portugal, com tantos e tantos emigrantes por esse mundo fora não nos podemos calar perante acções contras os imigrantes no nosso país, que também é o deles porque aqui vêm para melhorar as suas condições de vida e assim melhoram as nossas.