
Pelo menos têm cara de serem pessoas em quem se pode confiar.
Mal escolhido.
Engraçado.
Não comento.
A última.
Podem consultar estas figuras e muitas mais aqui, de onde as retirei.
blog de encontro onde se discute a Baixa da Banheira, sem falsas isenções, porque só é isento quem não tem opinião

A última.
Podem consultar estas figuras e muitas mais aqui, de onde as retirei.

Em 26 de Maio de 2004 apresentei a minha dissertação de mestrado, “Análise de Lineamentos na Zona Vestibular da Bacia Tejo-Sado”. Nesta expunha que a margem continental portuguesa está em fase de deformação, originada por subducção incipiente. Os dados que apresentei referem-se à Península de Setúbal e apontam para que o campo de pressão (originado pela movimentação tectónica) tenha formado fendas de tracção a deformações nessa mesma margem. Segundo a nossa opinião (minha e do Professor António Ribeiro, sem dúvida um dos maiores Geólogos do Mundo) essas fendas, com uma orientação predominante provam a subducção incipiente e isto implica que um dos postulados da teoria tectónica de placas esteja errado (não só isto mas outras evidências em outras regiões, mas em Portugal isto pode ser constatado), o postulado da rigidez. O postulado indica que as deformações das placas ocorrem nas fronteiras de placas e o que os lineamentos (deformações) provam é que estas ocorrem no interior também. Sendo assim, António Ribeiro e outros cientistas com William Fyfe propõem que se reveja a teoria, alterando o postulado da rigidez e passando esta a chamar-se Teoria da Tectónica de Placas Deformáveis.
Outra evidência encontra-se no fundo oceânico. Ocorreu um impacto de um meteorito na nossa planície abissal o que formou cratera de impacto, ora esta cratera de impacto encontra-se com uma forma oval, deformada, pelo que é sem sombra de dúvida uma deformação e mais uma vez fora das fronteiras de placas. Isto é explicado pelas deformações que são facilitadas pela hidratação dos minerais que compõem as rochas. Um mineral hidratado é mais susceptível de alteração e uma rocha alterada é mais suscpetível de deformação/fracturação. Está provado que a circulação de água nas rochas que compõem o fundo oceânico ultrapassa os 10 km de profundidade, mas deixarei para os interessados material que prova o que aqui escrevi.
http://enggeografica.fc.ul.pt/documentos/tese_cavaco.pdf
http://correio.cc.fc.ul.pt/~fbarriga/Barriga1999ColoC.pdf
http://infociencias.fc.ul.pt/noticia.aspx?id=1408&info=122&seccao=directo
http://www.dct.fct.unl.pt/JPais/Arrabida_Sintra.pdf
Um factor a ter em conta no estudo das correntes oceânicas é a morfologia oceânica. Em Portugal, e como se pode constatar na figura a margem continental entre o Alentejo e o Algarve encontra-se bastante deformada. Isto deve-se a movimentação tectónica o que é evidente na figura pela distribuição da sismicidade. Poderemos estar e estamos com toda a certeza num processo de inicio de subducção (a placa oceânica a mergulhar sob a continental). Ou seja, o Oceânica Atlântico começou a fechar.
A Geodinâmica Interna influência a Externa. A movimentação das placas tectónicas induz mudanças climáticas e esta que estamos a presenciar irá de certo influênciar a circulação das águas e a circulação do ar.
Vejam o quanto isto é complexo.
Fonte: web.educom.pt/dgpedronunes/oceanos/Oceint.html
Fonte: web.educom.pt/dgpedronunes/oceanos/Oceint.html

Segundo notícia do 24 horas, Álvaro Cunhal foi o mais votado para o concurso da RTP, os Grandes Portugueses. A ser verdade foi feita justiça ao homem que mais lutou pela Democracia Portuguesa e através dele, ao seu partido, o Partido Comunista Português.

A ver no Expresso, e não só porque também se passa à nossa porta. "Já não é a violência que choca, é a forma como ela se tornou tão banal"
Andamos todos muito preocupados com as alterações climatéricas, com a subida do preço do petróleo e com todos os assuntos com estes relacionados, e que nos afectam directa e diariamente.


Mensalmente, John Christy e Roy Spencer publicam valores das anomalias das temperaturas das camadas baixas da troposfera (até 3000 metros de altitude). As anomalias são calculadas em relação à média de um período de vinte anos (1979-1998). Já aqui tinhamos publicado dados relativamente ao hemisfério sul e à zona tropical, fica aqui então as temperaturas globais recolhidas por radiomentros instalados no satélite AQUA da NASA.
O que verificamos:
De Janeiro de 1990 até Outubro de 2006 observam-se dois acontecimentos climáticos com repercussões muito significativas:
- a erupção do Pinatubo (Junho de 1991), com um abaixamento da temperatura média global (0,2 ºC a 0,4 ºC durante meses)
- El Niño (1997-1998), com um aumento de temperatura visível no gráfico, de cerca de 0,8 ºC.
Deste pequeno exemplo, podemos concluir que são vários os fenómenos a afectar o clima e que reduzir a ciência climatológica ao estudo do CO2 na atmosfera, como o IPCC (tem andando a fazer é pura ...
Deixo-vos também com uma prova física que contraria a pseudo-teoria do aquecimento global:
Pressão atmosférica de Lisboa-Porto. Fonte: Marcel Leroux.
Aqui então o caso muda de figura. Sabe-se que o aquecimento do ar origina uma diminução de pressão e o arrefecimento do ar, aumenta a pressão. Isto constata-se facilmente com a observação de uma balão, em que se aquece ar para que este se eleve. Assim, e se estivesse mesmo a ocorrer um aquecimento global, como é anunciado, a pressão atmosférica tinha de diminuir e não é isso que acontece. Desde os anos 70 que esta aumenta. Esta figura mostra-nos isso e para duas cidades portuguesas.



Rancho Folclórico «Os Operários do Sul do Tejo»
Se falar em folclore na Baixa da Banheira parece um pouco arrojado, mais ainda o pode parecer a criação dum Rancho Folclórico, sabendo que folclore é tradição, e que a Baixa da Banheira, com os seus 20 anos e poucos de existência, não a pode ter. Porém, se atentarmos no caso ímpar que no nosso país é esta vila, verificá-la-emos enriquecida não por uma, mas por múltiplas tradições, que a tornam terra dotada de um previlégio, dum motivo determinante e imperativo da criação dum rancho de folclore que traduza com fidelidade a origem heterogénea da nossa Baixa da Banheira, sem prejuízo de criações interpretativas, desta região industrial.
Se falar em folclore na Baixa da Banheira parece um pouco arrojado, mais ainda o pode parecer a criação dum Rancho Folclórico, sabendo que folclore é tradição, e que a Baixa da Banheira, com os seus 20 anos e poucos de existência, não a pode ter. Porém, se atentarmos no caso ímpar que no nosso país é esta vila, verificá-la-emos enriquecida não por uma, mas por múltiplas tradições, que a tornam terra dotada de um previlégio, dum motivo determinante e imperativo da criação dum rancho de folclore que traduza com fidelidade a origem heterogénea da nossa Baixa da Banheira, sem prejuízo de criações interpretativas, desta região industrial.
Posto isto, já para não podermos admirar-nos da tentativa de materialização duma aspiração, a criação dum Rancho que se propõe apresentar nas suas actuações, não exclusivamente o folclore desta ou daquela região, mas um pouco do folclore de todas as regiões, e aquele que será criação sua – o folclore industrial. E, por falar de folclore industrial devo esclarecer que entendo como tal o folclore interpretativo do ritmo da máquina, típico da nossa região, e que será a mais interessante
característica do nosso rancho e a melhor razão do orgulho para nós e para a Baixa da Banheira, por suceder ser caso único no nosso país e, creio que, no Mundo.
Para já, e para não me alongar em considerações que poderiam parecer prematuras, posso afirmar que nos tem rodeado um ambiente de carinho, de compreensão, de ajuda desinteressada que é um estímulo, não só por se saber que se a criação do nosso rancho é, em si, um fim também pelo qual pensamos oferecer às crianças da Baixa da Banheira um Parque Infantil.
O rancho, que ensaia na garagem de recolha do Sr. José Casimiro, por sua amável deferência, tem a direcção artística o prestimoso e prestigioso artista-amador barreirense Sr. Lavínio Vaz, que recentemente nos deu a sua adesão e que já nos dirigiu o ensaio que se realizou no pretérito dia 2 de Julho.
Acompanham o rancho os acordeonistas Sr. Francisco Nunes, e os seus dois filhos, Noémia (20 anos de idade) e Eduardo Nunes (16 anos de idade), todos moradores na rua 36 – vivenda Albino Mateus, nº7. Tecer encómios aos jovens acordeonistas, ou ao seu pai, é repetir o que é lugar comum porque, pelas suas actuações em público, nesta vila e nas digressões que têm realizado pela província, todos sabem do seu valor – valor que constitui justo motivo de orgulho para o nosso Rancho Folclórico, ao qual já deram a sua adesão as meninas:
Delmira Cruz Guerreiro
Deolinda Clara
Domingas Rodrigues
Esmeralda Fernandes
Maria Alice Torrado
Maria da Conceição
Maria Manuela
Maria Rosa
Maria Rosinda
Misabel Matos
Noémia Costa
E os Srs. :
Benigno Alvarez
Eduardo Campos
Lorivaldo
Joaquim Manuel
Jorge Matos
José Cabrita
Veríssimo Amado